Avaliação hepática post-mortem do pons hepatis
Abstract
A organogênese hepática é modulada por interações epiteliomesenquimais, nas quais o endoderma do intestino anterior e o mesênquima ventral estabelecem induções recíprocas que culminam na formação do parênquima hepático e na vascularização estromal do órgão. A partir da terceira semana de gestação, o divertículo hepático emerge do endoderma, proliferando e migrando para o mesênquima circundante; até a sexta semana, o fígado já exerce função hematopoiética fetal, antes de ceder esse papel à medula óssea (Sandler, 2019). Com a transição para o período perinatal, a obliteração das artérias umbilicais, do canal arterial e do ducto venoso reconfigura a anatomia vascular, convertendo a veia umbilical e o ducto venoso em ligamento redondo hepático e ligamento venoso, respectivamente (Moore et al., 2016).
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10.56344/2675-4827