Avaliação hepática post-mortem do pons hepatis

  • Lívia Cestari Dandaro
  • Maria Luiza Luchetta Pais
  • Laura Sandoval Lacerda
  • Edson Donizetti Verri
  • Maria Helena Simões

Abstract

A organogênese hepática é modulada por interações epiteliomesenquimais, nas quais o endoderma do intestino anterior e o mesênquima ventral estabelecem induções recíprocas que culminam na formação do parênquima hepático e na vascularização estromal do órgão. A partir da terceira semana de gestação, o divertículo hepático emerge do endoderma, proliferando e migrando para o mesênquima circundante; até a sexta semana, o fígado já exerce função hematopoiética fetal, antes de ceder esse papel à medula óssea (Sandler, 2019). Com a transição para o período perinatal, a obliteração das artérias umbilicais, do canal arterial e do ducto venoso reconfigura a anatomia vascular, convertendo a veia umbilical e o ducto venoso em ligamento redondo hepático e ligamento venoso, respectivamente (Moore et al., 2016).

Published
2026-04-27
How to Cite
DANDARO, L. C.; PAIS, M. L. L.; LACERDA, L. S.; VERRI, E. D.; SIMÕES, M. H. Avaliação hepática post-mortem do pons hepatis . Health Sciences & Education, v. 6, n. 3, 27 Apr. 2026.