https://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/issue/feedRevista Interdisciplinar de Saúde e Educação2026-04-27T18:08:21+00:00Felipe Ziotti Naritafelipe.narita@baraodemaua.brOpen Journal Systems<p>A<em> Revista Interdisciplinar de Saúde e Educação</em> (ISSN 2675-4827) é uma revista científica semestral de acesso aberto vinculada à Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Investigação Científica do Centro Universitário Barão de Mauá. O periódico é direcionado a pesquisas na área de ciências da saúde, bem como suas interfaces com a educação. Recebemos contribuições em fluxo contínuo e <strong>não cobramos taxas de autores nem de leitores</strong>.<br>Qualis 2021-2024 - B4 | <a href="https://scholar.google.com/citations?user=bHuCxKsAAAAJ&hl=pt-BR" target="_blank" rel="noopener">Índice h</a></p> <p>The<em> Interdisciplinary Journal of Health Sciences and Education</em> (ISSN 2675-4827) is a biannual, peer-reviewed journal supported by the Pro-Rectory of Postgraduate Studies of the Baron of Mauá University. The journal is devoted to researches in the health sciences as well as with their interfaces with education. <strong>We do not charge authors nor readers</strong>.</p>https://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1267Análise dos dados levantados em ação do “Outubro Rosa” em Ribeirão Preto/SP: a adesão ao rastreamento do câncer de mama é satisfatória e eficaz?2026-04-23T13:25:52+00:00Isabella Pegolo Martinezisabella.pegolo@gmail.comLeda Florindo Pereira8@g.comLaura Colombo Pelicanoi@i.rtTalita de Carvalho Gomesp@l.uoLicério Miguellicerio.miguel@baraodemaua.br<p>O câncer de mama é a neoplasia com maior incidência entre as mulheres, excluindo-se os tumores de pele não-melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos de tumores malignos nessa população, sendo o que apresenta a maior taxa de mortalidade no Brasil, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Câncer (Brasil, 2022). Nesse contexto, no início da década de 1990 foi criado pela fundação norte-americana “Susan G. Komen for the Cure” o movimento “Outubro Rosa”, que alcançou reconhecimento internacional, ao compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, através de maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, contribuindo então para a redução da mortalidade pela neoplasia (Gilmore Gelleck, 2010). No Brasil, em 2018, a Lei nº 13.733 instituiu o mês de outubro oficialmente para conscientização sobre o câncer de mama.</p>2026-04-22T18:15:49+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1268Tendências do uso de métodos contraceptivos no Brasil: uma revisão de literatura2026-04-23T13:27:16+00:00Ana Carolina Galhardoana.carolina.galhardo@hotmail.comCora de Freitas Pupinp@l.tgClara Ipólito Sassoi@i.lpGláucia Costa Deganiglaucia.degani@baraodemaua.brPatrícia Bodnar Giuntinipatricia.giuntini@baraodemaua.br<p>O planejamento reprodutivo é parte essencial das políticas de saúde pública e dos direitos sexuais e reprodutivos. No Brasil, observa-se uma trajetória de ampliação no acesso aos métodos contraceptivos ao longo das últimas décadas, em parte impulsionada pela atuação do Sistema Único de Saúde (SUS), que tem desempenhado papel central na oferta de métodos contraceptivos gratuitos à população (LEITE; GUIMARÃES, 2021). No entanto, apesar dos avanços institucionais, persistem desigualdades marcadas por recortes de classe, raça, gênero e território, que afetam a autonomia reprodutiva de amplas parcelas da população (FREITAS; MENEZES, 2022). Com base nesse panorama, esta revisão de literatura objetiva analisar as principais tendências no uso de métodos contraceptivos no Brasil entre 2010 e 2025, com ênfase em padrões de escolha, acesso e os desafios persistentes relacionados à equidade.</p>2026-04-22T18:17:14+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1269Rastreamento do câncer feminino no SUS: efeitos da pandemia2026-04-23T13:27:39+00:00Ana Clara Gwyneth Ishiana.ishi@hotmail.comCryslane Almeida de Limau@o.lkAnderson Vitor Lins da Silvay@e.ghTalita Andrea Junta Campostalijcampos@gmail.com<p>A pandemia de COVID-19, declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em março de 2020, trouxe consequências significativas para os sistemas de saúde em todo o mundo, afetando não apenas os serviços de atenção hospitalar e de emergência, mas também as ações preventivas e de rastreamento de doenças crônicas, como o câncer. No Brasil, os impactos foram amplamente sentidos na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), com a interrupção temporária ou a redução drástica de serviços considerados eletivos, entre eles os exames de mamografia e o exame citopatológico do colo do útero (Papanicolau), fundamentais para a detecção precoce do câncer de mama e do câncer do colo do útero, respectivamente (INCA, 2021).</p>2026-04-22T18:18:48+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1270Potencial antioxidante da própolis vermelha brasileira na modulação do estresse oxidativo em doenças crônicas não transmissíveis: uma revisão integrativa2026-04-23T13:27:57+00:00Raynara Aparecida Trisoliraynaratrisoli@hotmail.comAna Júlia Ferreira Tedeschio@o.jkCarolina Prata Pimentel Fraga Moreirau@u.gbLívia Cestari Dandaroy@y.rtVanessa Leiria Campovanessa.campo@baraodemaua.brAline Barbosa Ribeiroaline.ribeiro@baraodemaua.br<p>As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), como cardiovasculares, renais e diabetes, são responsáveis por cerca de 60% das mortes globais (FERRARI et al.,2021). Entre os mecanismos fisiopatológicos centrais no desenvolvimento das DCNTs está o estresse oxidativo, caracterizado pelo aumento na produção de radicais livres de oxigênio e nitrogênio, bem como de espécies reativas não radicais (ROS/RNS), as quais provocam danos a biomoléculas essenciais, como DNA, proteínas e lipídios de membrana (FERRARI et al., 2021).</p>2026-04-22T18:19:42+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1271Tetralogia de Fallot: uma revisão bibliográfica2026-04-23T13:28:13+00:00Tiago Pimenta Rochaiagopimentarocha02@gmail.comLeonardo Becker Vieira da Cruzu@U.THIsabela Santos Guimarãeso@p.klNatália Paniágua de Andradeo@t.hjCamila Motta Venturimmotta_camila@hotmail.com<p>A Tetralogia de Fallot (TOF), descrita por Arthur Fallot em 1888, é uma das cardiopatias congênitas cianóticas mais comuns, sendo popularmente conhecida como “doença do bebê azul”. Essa condição é composta por quatro anormalidades cardíacas: defeito do septo ventricular (DSV) perimembranoso com desalinhamento, cavalgamento da aorta sobre o septo interventricular, obstrução da via de saída do ventrículo direito (frequentemente estenose pulmonar) e hipertrofia do ventrículo direito (BAILLIARD; ANDERSON, 2009). Essas alterações afetam diretamente a hemodinâmica cardíaca e a oxigenação sistêmica, resultando em cianose variável.</p>2026-04-22T18:21:12+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1272Incidência da violência contra idosos no estado de São Paulo2026-04-23T13:28:30+00:00Fernanda Colombo Michelettifernandacmicheletti@gmail.comEloah da Silva Hernandezi@o.lkMaria Vitória D'Epirou@p.ghMarina Roncaratti Tahan Vilarinhop@l.tyYasmim Silva Lacerdak@g.hbLucila Costa Zini Angelottilucila.angelotti@baraodemaua.br<p>A violência consiste no uso da força para ameaçar um grupo ou uma pessoa e, entre idosos, essas práticas ocorrem através de atitudes que causam danos àqueles com idade maior ou igual a 60 anos. As pessoas idosas são mais suscetíveis à violência, visto que apresentam maior vulnerabilidade social e redução na capacidade cognitiva. Em contradição à importância desse tema, a análise de dados da literatura revela que o tema ainda tem sido pouco explorado.</p>2026-04-22T18:22:20+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1273Desregulação mastocitária sistêmica: uma revisão da síndrome de ativação mastocitária2026-04-23T13:28:46+00:00Ana Olivia Lucatolucatoanaolivia@gmail.comCarolina Ribeiro Patriotai@i.gbGiovanna Janaina de Lima Camposl@l.gbMaria da Gloria Toscano di San Martino Lorenzatto di Ivreao@p.klRafael de Paula Hidat@r.erKarina Furlani Zoccalkarina.zoccal@baraodemaua.br<p>A Síndrome de Ativação Mastocitária (SAM) é uma condição clínica caracterizada por sintomas recorrentes atribuídos à liberação anormal de mediadores inflamatórios pelos mastócitos, células do sistema imunológico envolvidas na resposta imune inata e na defesa contra patógenos. Diferente das mastocitoses, que envolvem proliferação anormal dessas células, a SAM está relacionada à sua ativação desregulada, mesmo na ausência de aumento no número de mastócitos (VALENT et al., 2021). Trata-se de uma condição ainda em estudo, com grande variabilidade clínica e, frequentemente, subdiagnosticada (GONZÁLEZ-DE-OLANO et al., 2020; VALENT et al., 2021).</p>2026-04-22T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1274Aumento da mortalidade por insuficiência cardíaca e a relação com a pandemia de covid-19 no estado de São Paulo: uma análise epidemiológica2026-04-23T13:29:02+00:00Isabeli Mosna Sertórioisabelimosna@gmail.comJoão Victor Silveira Camargoo@o.hjMaria Eduarda Melo Mendeso@l.tyMatheus Bonaldi Cardosot@t.opPaloma Beatriz Rosa Nunes de Souza Chinij@k.erLuis Fernando Joaquimiu@bhj.tg<p>Sabe-se que, na pandemia de COVID-19 (2020 a 2023), priorizou-se o cuidado preventivo e intra-hospitalar em detrimento àquele prestado às doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT), como insuficiência cardíaca, diabetes mellitus, pneumopatias e câncer (LOPES et al., 2025). A necessidade de isolamento domiciliar naquele período com frequência levou o paciente a procrastinar a busca pelo atendimento em situações de descompensações agudas da doença, pelo receio de contaminação. Nesse sentido, esse mesmo paciente, na maior parte do tempo, deixou de tratar e acompanhar as suas enfermidades durante esse momento pandêmico (ONOHUEAN et al., 2021). Essa mudança de paradigma, associada à preocupação médica centrada na resolução da doença viral, pode ter resultado em uma “síndrome de não-assistência”, e levado a um maior número de óbitos pela insuficiência cardíaca nesse período relatado (REMAWI et al., 2020). Assim, o presente estudo comparou dados de mortalidade de insuficiência cardíaca no Estado de São Paulo (SP) entre os anos de 2013-2023, para fins de avaliar se houve algum impacto causado pela pandemia, correlacionando também à variável sexo.</p>2026-04-22T18:24:14+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1275Tumor fantasma secundário a insuficiência cardíaca descompensada: relato de caso2026-04-23T13:29:21+00:00Gabriela Benedini Strini Portinari Bejagabrielabspb@gmail.comAlexandre Salles de Fariap@p.bnIsabela Delmanto Zanotto Alvesu@u.yhLeonardo Matheus Cambraia Bossoi@i.lkMarcio Aparecido Tomiyama Freitaso@u.klsAugusto Marcussi Degiovaniaugustomd@msn.com<p>A insuficiência cardíaca (IC) é uma das principais causas de morbidade e mortalidade global. Estima-se que aproximadamente dois milhões de brasileiros sejam acometidos por essa condição (GOUVEA et al., 2020). Em quadros descompensados, manifestações atípicas podem surgir, como coleções localizadas de líquido nas fissuras pulmonares, simulando tumores em exames de imagem. Tais formações são conhecidas como "tumores fantasmas" devido à sua aparência e desaparecimento rápido com o tratamento adequado (OCAMPO et al., 2017).</p>2026-04-22T18:25:04+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1276Insuficiência hepática descompensada: análise retrospectiva de perfil clínico, gravidade e desfechos2026-04-23T13:29:41+00:00Beatriz Acquaroni Zuanazzibiaacquaroni@yahoo.com.brBeatriz Chiozzini Portop@j.tgJoão Luiz Brisottijlbrisotti@gmail.com<p>A cirrose hepática é um processo cicatricial irreversível cujos septos fibrosos e nódulos de regeneração decorrem da crônica inflamação (FONSECA <em>et al</em>., 2022). Apresenta elevada morbimortalidade global de etiologia variada, destacando-se etilismo, hepatites virais, colestase e autoimunidade (LI <em>et al</em>., 2023). Estágios avançados caracterizam-se por complicações como ascite, encefalopatia e hipertensão portal. (BIGGINS et al., 2021). A ascite, primeiro sinal de descompansação, reduz a sobrevida e associa-se à peritonite bacteriana espontânea (PBE) (BIGGINS et al., 2021). A albumina representa tratamento eletivo para situações específicas; PBE, síndrome hepatorrenal e ascites volumosas (BAI <em>et al.</em>, 2023). Embora, seu impacto na mortalidade seja incerto devido à variabilidade dos estudos.</p>2026-04-22T18:26:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1277Síndrome do olho seco: prevalência, fatores de risco e impactos na qualidade de vida2026-04-23T13:30:02+00:00Júlia Garcia de Carvalho Ferreirajugarciacf@gmail.comJulia Azevedo Milagrey@i.rfJúlia Santos Mazine Vivianip@h.tgRafael Estevão De Angelisrafael.angelis@baraodemaua.br<p>A visão é um dos sentidos humanos mais importantes pois está diretamente relacionada ao bem-estar e à saúde física e mental, uma vez que influencia nas atividades cotidianas, no desempenho do trabalho e na capacidade de desfrutar do lazer, interferindo diretamente na qualidade de vida (INSTITUTO DA VISÃO ASSAD RAYES, 2025). Problemas de visão como a Síndrome do Olho Seco são frequentemente subestimados devido à natureza inespecífica de seus sintomas, o que muitas vezes impede que as pessoas procurem um oftalmologista para diagnóstico e tratamento. A importância e o objetivo desse trabalho se dão uma vez em que buscam informar a população sobre os sintomas, os fatores predisponentes e as consequências desta síndrome, além de aumentar a conscientização sobre o tema e facilitar o diagnóstico precoce (QIAN; WEI, 2022).</p>2026-04-22T18:27:56+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1278Avanços no diagnóstico do câncer de pele: o papel da dermatoscopia digital e da inteligência artificial – uma revisão narrativa2026-04-23T13:30:19+00:00Isabela Garibaldi Cucolicchiobela_cucolicchio@hotmail.comMariana Ribeiro Coelhop@p.hjLuís Felipe Silveira Megak@h.tkGuilherme de Oliveira Cucolicchiou@y.hb<p>O câncer de pele é a neoplasia de maior incidência no Brasil e no mundo, abrangendo o câncer de pele não melanoma (CPNM) e o melanoma (GODINHO et al., 2024). Embora o CPNM apresente baixa taxa de mortalidade, pode causar prejuízos estéticos e funcionais significativos, enquanto o melanoma, apesar de menos comum, é caracterizado por alta agressividade e potencial metastático (CUNHA; et. al., 2025. Godinho et al., 2024). A detecção precoce é, portanto, um fator determinante para o sucesso terapêutico e a redução da morbimortalidade associada a essas condições (GUALANDINI; et. al, 2024).</p>2026-04-22T18:28:40+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1279Hemidistonia secundária a malformação arteriovenosa em artéria lenticuloestriada: uma revisão de literatura2026-04-23T13:30:39+00:00Beatriz Lopes da Silvabeatrizlopess0911@gmail.comGeovana Cristine Oliveira Magalhãeso@p.hnLara Cristina Souza Piresp@l.dcLorena Rodrigues Diasy@p.weMichele Tiemi Okitaj@k.wsMarcell Maduro Barbosamarcell.maduro@baraodemaua.br<p>As malformações arteriovenosas (MAVs) são congênitas, formadas por um enovelado de artérias, veias e canais cavernosos, apresentando uma comunicação direta entre sistema arterial e venoso (BRAGA, 1994). Apesar de presentes desde o nascimento, as MAVs geralmente se manifestam entre os 20 e 50 anos de idade, apresentando clinicamente hemorragia intracraniana, crises convulsivas e déficits neurológicos progressivos. Dentre as complicações neurológicas, os distúrbios do movimento são raros, surgindo secundariamente a efeitos compressivos, hemorrágicos ou isquêmicos em áreas profundas do cérebro (KRAUSS et al., 1999). Quando rompidas, trazem diversas sequelas ao indivíduo, variando de acordo com local, extensão da lesão e idade do paciente. Lesões focais em território da artéria lenticuloestriada, como núcleo caudado, núcleo lentiforme, tálamo e ramo anterior da cápsula interna podem causar hemidistonia - definida como uma postura anormal produzida por contrações musculares involuntárias, lentas e por vezes dolorosas (HANKEY; SAKDA, 1989) - por exercerem papel importante sobre o controle motor fino, originando síndromes distônicas quando afetadas (MARSDEN et al., 1985). Tal patologia, em contexto de acidente vascular encefálico hemorrágico, mostra diferenças clínicas de acordo com a idade do paciente, sendo a hemidistonia mais prevalente em crianças quando comparadas a adultos (GIROUD et al., 2009).</p>2026-04-22T18:29:28+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1280Aprendendo e ensinando saúde: relato de experiência de projeto universitário2026-04-23T13:30:58+00:00Ana Carolina Galhardoana.carolina.galhardo@hotmail.comEduarda Pereira Lima Garciao@j.rfBelkiss Rolim Rodrigues Fraconbelkiss.fracon@baraodemaua.brMarcelo Motta Dutram@j.df<p>A integração entre os setores de saúde e educação é reconhecida como estratégia fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, saudável e participativa. A promoção da saúde, enquanto campo de práticas e saberes, ultrapassa a perspectiva biomédica tradicional e incorpora determinantes sociais, culturais e ambientais do processo saúde-doença (CARVALHO, 2008).</p>2026-04-22T18:33:47+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1281Precisão diagnóstica na DRGE: uma análise estruturada dos últimos consensos2026-04-23T13:31:18+00:00Maria Fernanda Rodrigues Lopes Allómariaa.rl0607@gmail.comAna Maria Pedrassoli Silvay@t.wdManuella Della Coletaj@h.dcMaria Eduarda Oliveira Costa Riosp@k.gbVinícius Furlan Bertoncellob@h.waLilian Rose Otoboni Aprilelilian.aprile@baraodemaua.br<p>Diante dos avanços na compreensão fisiopatológica e diagnóstica da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), os últimos consensos atualizam os critérios de definição, exclusão e manejo da doença com base em evidências (Gyawali <em>et al.,</em> 2023). Entre os principais tópicos, destacam-se a inclusão da esofagite grau B como evidência conclusiva de DRGE, a utilização da impedâncio-pHmetria ambulatorial para distinção de fenótipos refratários e a definição prática de DRGE suscetível à intervenção médica ou cirúrgica (Gyawali <em>et al.,</em> 2023). Este trabalho objetiva revisar os principais pontos atualizados pelos consensos, reunindo critérios diagnósticos que fundamentam decisões clínicas, especialmente frente a quadros refratários ao tratamento ou cujos diagnósticos permanecem inconclusivos segundo critérios prévios (Gyawali <em>et al.,</em> 2023; Katz <em>et al</em>, 2022).</p>2026-04-22T18:34:58+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1282Análise temporal da incidência de hanseníase em Ribeirão Preto: uma perspectiva epidemiológica de 10 anos2026-04-23T13:31:36+00:00Mariana Yanosteac Rodrigues Mariomarianayanosteac@hotmail.com Ana Lívia Calil Manfrim Rosak@u.efMaria Eduarda Bonaldi Cardosol@f.rgMaria Fernanda Cassola Lopesk@t.wsErika Muller Ramalho Zenhab@b.klMarcela Calixto Brandão Miguels@d.qa<p>A hanseníase é doença infecciosa crônica causada pelo <em>Mycobacterium leprae</em>, que acomete pele e nervos periféricos (HUANG; C. Y., 2024). É considerada moléstia tropical negligenciada, acometendo mais de 120 países, com aproximadamente 200.000 casos novos/ano (WHO, 2025). O Brasil ocupa o segundo lugar em número de casos, com 22.773 novos casos em 2023 e taxa de detecção de 10,68/100.000 habitantes. Entre 2014 e 2023, houve queda acentuada na detecção, provavelmente devido à pandemia de Covid-19, seguida por um aumento gradual nos anos seguintes (BRASIL; Ministério da Saúde, 2025). A transmissão da doença ocorre através de gotículas expelidas pelo nariz e boca de pacientes bacilíferos após contato íntimo e prolongado. A resposta imune do hospedeiro determina as formas clínicas: tuberculóide (paucibacilar), virchowiana ou dimorfa (multibacilares) (HUANG; C. Y., 2024; WHO, 2025). O diagnóstico baseia-se em três critérios: mancha hipocrômica/avermelhada com perda de sensibilidade, espessamento de nervo periférico com perda de sensibilidade e/ou fraqueza muscular e baciloscopia positiva (WHO, 2018). O tratamento combina rifampicina, clofazimina e dapsona (WHO, 2025). O grau de incapacidade física, com graduação que varia entre 0, 1 e 2, indica perda da sensibilidade protetora, força muscular e/ou deformidades visíveis em face e membros, o que impacta a qualidade de vida, trabalho, participação social gerando estigmatização entre os pacientes, o que poderia ser evitado com diagnóstico e tratamento precoces (WHO, 2025; WHO, 2018).</p>2026-04-22T18:35:49+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1283Benefícios acadêmicos e científicos de um intercâmbio de pesquisa realizado no Centro Universitário Barão de Mauá: um relato de experiência2026-04-23T13:31:56+00:00Valeria Alessandra Avellaneda Jimenezvavellanedajimenez@gmail.comLara Souza de Mirai@o.tgCamila Albuquerque Melo de Carvalhocamila.carvalho@baraodemaua.br<p>A medicina transcende as fronteiras físicas e culturais, o que implica que a prática médica adota diversas perspectivas e enfoques conforme o contexto nacional. Os programas de intercâmbio buscam promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e da inovação técnico-científica. É uma oportunidade de conhecer novas culturas, sistemas políticos e organizações sociais, aprender, aprimorar e/ou conhecer as variantes linguísticas de um novo idioma (DALMOLIN et al., 2013). Por essa razão, os programas de intercâmbio têm recebido ampla aceitação, pois lhes permitem adquirir novos conhecimentos, desenvolver uma visão mais abrangente do cuidado em saúde e fomentar a colaboração internacional. </p>2026-04-22T18:36:48+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1284Meu lanchinho colorido: relato de experiência na promoção da educação nutricional na infância2026-04-23T13:32:18+00:00Danila Maria Zanetti da Silvadanilamaria.zanetti@gmail.comBruna Grinaboldio@o.rtGiulia de Souza Zarinellol@h.fvHelena Ciquini Alvesh@p.loRaissa Casu Birolimn@h.edMatheus Guimarães Matosmatheus.guimaraes@baraodemaua.br<p>A obesidade infantil é um dos principais desafios de saúde pública na atualidade, afetando milhões de crianças em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (2023) estima que mais de 39 milhões de crianças menores de cinco anos convivem com sobrepeso ou obesidade, quadro frequentemente associado ao consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, ao sedentarismo e à ausência de políticas públicas eficazes voltadas à promoção da alimentação saudável. No Brasil, o Ministério da Saúde (2014) destaca a necessidade de ações intersetoriais que promovam bons hábitos alimentares desde os primeiros anos de vida (Philipi, 1999). A infância é uma fase crucial para o estabelecimento de padrões alimentares duradouros, pois é nesse período que se formam preferências, comportamentos e atitudes em relação à alimentação. Estudos apontam que a exposição precoce e frequente a frutas, legumes e verduras aumenta significativamente a aceitação desses alimentos na vida adulta, contribuindo para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. Dentro desse cenário, o ambiente escolar emerge como espaço estratégico para a promoção da saúde, especialmente por seu potencial educativo e de alcance coletivo.</p>2026-04-22T18:37:51+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1285Ação dos agonistas duais de GLP-1 e GIP sobre o metabolismo do tecido adiposo: uma revisão integrativa2026-04-23T13:32:37+00:00Maria Eduarda Bonaldi Cardosograbiela.castro@hotmail.comGiovanna Pescara Requiah@g.fbJúlia Andreotti Teixeiram@a.ggMaria Eduarda Mastrangen@m.dcSophia Casella Mattiellon@m.fvSérgio Luchini Batistag@w.hj<p>O tecido adiposo tem papel central na homeostase, tanto no armazenamento de lipídios como um órgão endócrino. Secreta hormônios e citocinas que influenciam o metabolismo e a sensibilidade à insulina. Suas principais variedades são o tecido adiposo branco (TAB), que regula a homeostase glicêmica e lipídica, e o tecido adiposo marrom (TAM), especializado na termogênese (Junqueira; Carneiro, 2017). Nesse cenário, é importante citar os hormônios intestinais Peptídeo semelhante ao Glucagon-1 (GLP-1) e Polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose (GIP), produzidos por células enteroendócrinas. O GLP-1 estimula a secreção de insulina em resposta à glicose, promove saciedade e inibe a produção do glucagon. O GIP também estimula a liberação de insulina, além de atuar diretamente nos adipócitos para armazenamento e liberação de energia (Regmi <em>et al.</em>, 2024). Esses hormônios são amplamente estudados no tratamento de diabetes e obesidade, pois, além das ações descritas acima, reduzem o apetite. A tirzepatida (Mounjaro) é um medicamento que combina os efeitos de ambos (Block <em>et al</em>., 2022).</p>2026-04-22T18:38:46+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1286Obesidade e diabetes tipo 2 na população infantojuvenil: evolução epidemiológica e impacto econômico no SUS em São Paulo (2015–2024)2026-04-23T13:32:56+00:00Maria Eduarda Bonaldi Cardosograbiela.castro@hotmail.comGiovanna Pescara Requiaj@k.wfJúlia Andreotti Teixeiran@h.weMaria Eduarda Mastrangej@n.tySophia Casella Mattiellok@q.okSérgio Luchini Batistan@i.fg<p>O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença metabólica caracterizada por hiperglicemia crônica devido a produção insuficiente de insulina e/ou resistência à sua ação. A classificação do DM é feita com base em sua etiologia. No DM tipo 1 (DM1) há destruição autoimune das células β pancreáticas, levando à ausência praticamente total de insulina. Por outro lado, o DM tipo 2 (DM2) possui origem multifatorial, relacionado à obesidade e à síndrome metabólica (Sociedade Brasileira de Diabetes, 2024). O DM2 é comumente associado à fase adulta, relacionado a fatores genéticos, idade, dieta, obesidade e sedentarismo. Entretanto, nos últimos anos, houve um aumento dos casos de DM2 em pacientes infantojuvenis, concomitante ao aumento da prevalência de obesidade nesta população (Dias <em>et al</em>., 2007). A obesidade infantojuvenil é um desequilíbrio nutricional caracterizado pelo acúmulo de gordura corporal e atualmente considerada uma epidemia global (Silva <em>et al</em>., 2019). Portanto, é interessante compreender a relação entre obesidade e DM2 nessa população, especialmente diante do impacto no aumento de custos que estas doenças geram ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>2026-04-22T18:39:38+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1287Revisão sistemática: impacto de aplicativos móveis e tecnologias emergentes no aprendizado de ciências básicas na graduação médica2026-04-23T13:33:23+00:00Maria Fernanda Rodrigues Lopes Allómariaa.rl0607@gmail.comMariana de Sordi Mancimm@l.gbAline Barbosa Ribeiroaline.ribeiro@baraodemaua.brCristiane Tefé Silvacristiane.silva@baraodemaua.brPriscila de Freitas Limapriscila.lima@baraodemaua.br<p>O uso de aplicativos e tecnologias emergentes, como a realidade aumentada, tem se tornado cada vez mais comum no ensino das ciências básicas na medicina. Esses recursos contribuem para a aprendizagem em disciplinas como anatomia, neuroanatomia, fisiologia, bioquímica, patologia e radiologia, promovendo maior engajamento dos estudantes (Dandil <em>et al.</em>, 2022; Mogali <em>et al.</em>, 2019). A realidade aumentada, em especial, permite uma visualização interativa e detalhada de estruturas anatômicas, tornando o processo de estudo mais dinâmico e atrativo (Dandil <em>et al.</em>, 2022). Já os aplicativos móveis oferecem diferentes estratégias de aprendizagem, auxiliando na autonomia do estudante e impactando positivamente no desempenho acadêmico (Dash <em>et al.</em>, 2019).<strong> Objetivo: </strong>Analisar as evidências disponíveis na literatura sobre o impacto do uso de aplicativos móveis e tecnologias emergentes, com destaque para a realidade aumentada, na aprendizagem das ciências básicas na medicina, especialmente em disciplinas como anatomia, fisiologia, bioquímica, neuroanatomia, patologia e radiologia.</p>2026-04-22T18:46:01+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1288Obesidade hipotalâmica: perspectivas terapêuticas com tecnologias inovadoras em saúde2026-04-23T13:33:45+00:00Caroline Oliveira Francocarolinefranco1213@gmail.comSérgio Luchini Batistaj@j.ui<p>A obesidade hipotalâmica é uma condição rara caracterizada por um aumento acentuado do peso corporal secundário a lesões ou disfunções do hipotálamo, frequentemente associadas a traumatismo cranioencefálico, tumores supraselares, como o craniofaringioma, ou mutações genéticas como a Síndrome de Prader-Willi. A disfunção do eixo hipotálamo-hipófise pode comprometer o controle do apetite, induzir resistência à leptina e à insulina, reduzir a taxa metabólica basal e provocar distúrbios do sono, culminando em ganho de peso e anormalidades metabólicas (Shah <em>et al</em>., 2025). As estratégias terapêuticas tradicionais incluem reposição de hormônios hipofisários, restrição calórica, aumento do gasto energético, intervenções comportamentais, farmacoterapia e cirurgia bariátrica. No entanto, esses métodos apresentam resultados limitados e inconsistentes, em especial quando o dano hipotalâmico é extenso. A variabilidade da resposta terapêutica sugere que a extensão da lesão é um fator determinante para o sucesso do tratamento, tornando essencial a sua investigação e caracterização (Dimitri, 2022).</p>2026-04-22T18:46:48+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1293Integração ensino-serviço-território: relato de experiência de ações de educação em saúde com uso de tecnologias no contexto da formação médica2026-04-23T13:34:12+00:00Ana Paula Raizaroana.raizaro@baraodemaua.brBelkiss Rolim Rodrigues Fraconb.fr@baraodemaua.brLaura Colombo Pelicanom@a.rfLeonardo Moscovicil@m.gh<p>A importância da formação humanizada dos alunos de medicina é uma discussão antiga, reforçada e alicerçada pelas novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do curso de Graduação em Medicina do Brasil. Entre as propostas, há necessidade dos graduandos terem um contato mais frequente e próximo com o Sistema Único de Saúde (SUS) e com as pessoas que utilizam esse sistema, principalmente no que tange a Atenção Primária à Saúde (APS), a partir de ações multi e interdisciplinares, necessárias para o cuidado integral em saúde (Brasil, 2014). Uma das maneiras de proporcionar a formação teórico-prático de médicos com esse perfil, é através do uso de Metodologias Ativas de ensino (MA), incluindo as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Essas metodologias, buscam colocar o aluno no centro do processo da construção do conhecimento, através de problemas e situações reais que os levem a pensar, refletir e ter as iniciativas para a resolução desses problemas (Pereira <em>et al.,</em> 2024).</p>2026-04-22T18:48:37+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1294Impacto da evolução tecnológica nas técnicas cirúrgicas na incidência de sepse pós-operatória em casos de apendicite: uma revisão de literatura?2026-04-23T13:34:34+00:00Lara Cristina Souza Piresu@g.jkMariana Esteves Gomesi@i.htPedro Bordignon Fares Vieiral@lyh.liMiguel Codonho Zanio@o.gbMaria Laura Repache Vittil@l.yhCamila Albuquerque Melo de Carvalhocamila.melo@baraodemaua.br<p>Com a ascensão tecnológica no âmbito cirúrgico, tem-se constituído um fator impactante na redução significativa das complicações pós-operatórias, como a sepse - uma condição grave de inflamação generalizada e desregulada, advindo de uma resposta imune muito intensa frente a uma infecção generalizada, que pode resultar em morbidade e mortalidade elevadas, como o choque séptico, sendo necessário um diagnóstico precoce e manejo imediato. Nesse cenário de evolução tecnológica, destaca-se a abordagem de doenças de alta prevalência, como a apendicite aguda (AA), uma das principais causas de abdome agudo cirúrgico em todo o mundo, frequentemente exigindo intervenções de urgência (Santos; Cavasana; Campos, 2017). A apendicectomia, inicialmente realizada por via aberta, tem sido progressivamente substituída por técnicas minimamente invasivas, como a videolaparoscopia (VLP), e, mais recentemente, por apendicectomia robótica (AR), promovendo menor trauma cirúrgico, recuperação mais rápida e menores índices de complicações, como a própria sepse (Kumaira Fonseca <em>et al.,</em> 2021).</p>2026-04-22T18:49:39+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1295Inclusão de alunos com baixa visão no ensino de histologia: estratégias didáticas com o uso de maquetes2026-04-23T13:35:00+00:00Ana Beatriz Leal Figueiredoanabeatricifigueiredo@hotmail.comLivia Zimmermann Parente Lopesi@i.gbAna Claudia Dinamarco Mestrineri@i.hnVânia Tognon Migueli@i.hn<p>O número de estudantes com necessidades educativas especiais no ensino superior tem aumentado nas últimas duas décadas. Esse fato se deve à implementação de medidas políticas e sociais, de acesso e democratização, que promovem a inclusão nesse nível de ensino. Este panorama exige que a universidade e, consequentemente, os docentes do ensino superior reflitam sobre o papel que desempenham na adaptação dos processos de ensino-aprendizagem às necessidades dos estudantes, visando a sua progressão acadêmica (Faria, 2012).</p>2026-04-22T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1296A utilização de mel e própolis como um fitoterápico pela população: um relato de experiência2026-04-23T13:35:23+00:00Gabriel Carvalho Menesesgabrielcarvalhomeneses5554@gmail.comLorenzo Garcia Dipeu@o.wdLuiz Fernando Francou@g.sxAline Ribeiro Barbosah@w.yhVanessa Leiria Campol@c.rv<p>A própolis é uma substância resinosa produzida pelas abelhas a partir de exsudatos vegetais combinados com secreções salivares e cera, funcionando como barreira protetora da colmeia contra microrganismos. Estudos científicos demonstram que o extrato de própolis possui propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, antimicrobianas e imunomoduladoras, com potencial terapêutico em diversas condições clínicas humanas (Batista et al., 2024; Bahari et al., 2025).</p>2026-04-22T18:51:31+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1297A simulação clínica como ferramenta de aprendizado duplo: relato de experiência de role play no curso de medicina2026-04-23T13:35:44+00:00Mariana Vanzolini Segatomarianavanzolinisegato@gmail.comAline Barbosa Ribeiroh@i.rf<p>A simulação clínica tem se consolidado como uma estratégia fundamental no contexto das metodologias de ensino ativo, buscando integrar o conhecimento teórico à prática clínica em um ambiente controlado, seguro e livre de riscos ao paciente real (Alrashidi <em>et al.</em>, 2023). Essa abordagem oferece aos estudantes a oportunidade de desenvolver e aprimorar habilidades essenciais, como o raciocínio clínico, a comunicação interpessoal, a tomada de decisão e o trabalho em equipe. Além disso, permite o enfrentamento de situações clínicas desafiadoras de forma progressiva, respeitando o nível de complexidade adequado à etapa de formação dos alunos.</p>2026-04-22T18:52:18+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1298Ações preventivas contra o câncer: compilando uma cartilha atualizada com recomendações internacionais2026-04-23T13:36:06+00:00Izabella Carvalho Assunçãocarvalhoassuncaoizabella@gmail.comAndré Fernando Gallãok@i.hnRebeca Fonseca Donaton@m.wdMarina Fiumari Matosn@h.jkLeonardo Moscovicih@m.bnBelkiss Rolim Rodrigues Fraconn@d.gp<p>O câncer é uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo. Os números atuais, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são 9,6 milhões de óbitos por ano. No Brasil, as mortes por câncer ocupam a 2ª posição, perdendo apenas para as doenças cardiovasculares (infarto e acidente vascular cerebral) (IARC, 2024). Isso causa enorme impacto social, econômico e emocional quando examinamos os números. Segundo o Ministério da Saúde, o gasto com as neoplasias em 2022 foi de R$3,9 bilhões (SIMÃO et al., 2024).</p>2026-04-22T18:53:41+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1299A importância do olhar para o cuidador de crianças neuroatípicas: um relato de experiência2026-04-23T13:36:30+00:00Gabriela Lemes de Vasconcelosgabilvasconcelos06@gmail.comLeticia Miarellin@m.hjGiulia Maria Lorenzonio@o.yhMaria Eduarda Garcia Martinsn@f.wsLavínia Mundim Soaresm@n.spPamela Borges Nery Pavann@j.rl<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), condições neurológicas englobam distúrbios do sistema nervoso que podem afetar funções motoras, cognitivas, comportamentais e sensoriais, comprometendo a qualidade de vida dos indivíduos. Nas crianças, essas condições geralmente se manifestam por atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor e podem ser decorrentes de causas congênitas, genéticas, infecciosas ou adquiridas no período perinatal (WHO, 2006). Além dos impactos clínicos, as famílias enfrentam uma sobrecarga contínua e o peso do estigma social, o que torna o cuidado ainda mais desafiador.</p>2026-04-22T18:55:26+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1300Direitos da pessoa idosa no brasil: desafios na garantia do estatuto do idoso na prática clínica2026-04-23T13:36:49+00:00Beatriz Seimarubeatrizseimaru@gmail.comHanna Barradas Calitoj@u.fvLara Amaral Santosu@i.enJulia Hodniki Nogueirao@p.lqLeonardo Moscovicim@m.mhBelkiss Rolim Rodrigues Fracono@y.fl<p>O envelhecimento populacional configura-se como um dos mais relevantes fenômenos demográficos e sociais do século XXI. No Brasil, esse processo tem ocorrido de forma acelerada, impulsionado pela redução das taxas de fecundidade, pelo aumento da expectativa de vida e pelas melhorias nas condições sanitárias e de saúde pública. Estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que, até 2050, cerca de 30% da população brasileira será composta por pessoas com 60 anos ou mais, o que representa uma mudança profunda na pirâmide etária nacional e impõe desafios complexos ao Estado e à sociedade (IBGE, 2022).</p>2026-04-22T18:56:14+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1301Impacto do atlas virtual de anatomia humana: uma revisão bibliográfica sobre aplicações de metodologias ativas no ensino anatômico2026-04-23T13:37:13+00:00Esther Moreira Andersonesthermoreiraanderson@gmail.comBruna Menezes Barbosaj@m.hnHenrique Malta Guimarãesl@u.wkNathalia Gabriely Caluz Borgesl@h.kaYolanda Voltarelli Correan@j.rbCamila Albuquerque Melo de Carvalhoj@s.fv<p>O ensino médico está se atualizando com os novos métodos e técnicas de aprendizagem para facilitar e melhorar o conhecimento dos discentes. Entre as necessárias atualizações nos recursos da educação de anatomia, um maior contato dos alunos com peças anatômicas reais para além do laboratório é preciso, buscando desenvolver um aprendizado mais flexível e interativo, para um estudo eficiente e contínuo. Nesse contexto, as metodologias alternativas têm ganhado destaque, pois promovem a autonomia do estudante e a personalização do seu processo educativo.</p>2026-04-22T19:02:51+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1302Inteligência artificial na educação médica: uma revisão bibliográfica sobre aplicações e potenciais didáticos2026-04-23T13:37:59+00:00Nathalia Gabriely Caluz Borgesnathaliagabrielycb@gmail.comManuela Della Coletan@m.rbMaria Eduarda Costa Riosm@m.fvMarçal Luís de Souza Juniorn@l.fvYolanda Voltarelli Corream@m.gjCamila Albuquerque Melo de Carvalhoh@o.wnEdson Donizetti Verrin@n.ho<p>A Inteligência Artificial (IA) está se consolidando como uma tecnologia disruptiva no campo educacional, com impactos significativos na formação de profissionais da saúde. No ensino médico, onde os conteúdos são densos, a exigência de atualização é constante e as metodologias tradicionais já não atendem plenamente às necessidades de aprendizagem dos estudantes, a IA surge então, como uma aliada estratégica (Liu et al., 2023; Brink et al., 2023). Este trabalho tem como objetivo apresentar uma revisão bibliográfica que subsidia o projeto de iniciação científica “O uso da Inteligência Artificial na Educação Médica”, vinculado ao curso de Medicina do Centro Universitário Barão de Mauá.</p>2026-04-22T19:03:48+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1303A importância dos cuidados paliativos na atenção primária à saúde: contribuições para o manejo de pacientes com doenças crônicas avançadas2026-04-23T13:38:25+00:00Julia Hodniki Nogueirajuliahnog@hotmail.comLara Amaral Santosj@j.tgHanna Barradas Caliton@m.vbBeatriz Seimaruj@l.gbLeonardo Moscovicin@n.flBelkiss Fraconj@j.cn<p>O cenário epidemiológico brasileiro passou, nas últimas décadas, por transformações marcadas pela transição demográfica e pelo aumento de doenças crônicas não transmissíveis. Esse novo perfil impõe à rede pública de saúde a necessidade de reorganizar seus modelos assistenciais para atender a uma população envelhecida, com múltiplas comorbidades e demandas clínicas complexas (ALMEIDA; MARTINS, 2021). Nesse contexto, os cuidados paliativos surgem como uma abordagem essencial para garantir a integralidade do cuidado, priorizando o alívio do sofrimento e a preservação da dignidade de pacientes com doenças ameaçadoras da vida.</p>2026-04-22T19:04:39+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1305Tecnologias digitais no cuidado à fibromialgia: monitoramento da dor e empoderamento do paciente2026-04-23T13:38:55+00:00Maria Eduarda Caldo Scandiuzzimecscandiuzzi@hotmail.comBeatriz Villarinho Sanchesk@k.goLaura Marin Piedaden@m.fpMaria Eduarda Zilli Freitash@k.fvPriscila de Freitas Limaj@jm.fr<p>A fibromialgia é uma síndrome reumatológica crônica que atinge, principalmente, mulheres entre 30 e 60 anos, sendo caracterizada por dor muscular persistente e difusa, associada à hipersensibilidade ao toque, além de astenia, sono não reparador, alterações emocionais como depressão e ansiedade, bem como outros sintomas que impactam na qualidade de vida do paciente. Seu diagnóstico é clínico, baseado na anamnese e exame físico, dispensando outros exames para comprovação (Goodwin <em>et al</em>., 2017). Os avanços tecnológicos têm-se mostrado eficazes no monitoramento e manejo dos sintomas, principalmente considerando a longa espera para os pacientes conseguirem entrar em programas de tratamento especializados em fibromialgia e a possibilidade de um suporte contínuo, acessível e personalizado, o que permitiria a redução do uso de medicamentos, visto que muitas vezes os tratamentos convencionais não consideram as características individuais da dor de cada paciente e os sintomas associados à saúde mental (Gupta <em>et al</em>., 2024; Salaffi <em>et al</em>., 2020; McCracken <em>et al</em>., 2020). Os pacientes também enfrentam dificuldades no acompanhamento presencial, pois estes não se adaptam à rotina do indivíduo, comprometendo a adesão e a continuidade do tratamento (Serrano-Ibáñez <em>et al</em>., 2022).</p>2026-04-22T19:05:56+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1306Os impactos da metodologia ativa em forma de jogo de tabuleiro na educação médica: um relato de experiência2026-04-23T13:39:19+00:00Ana Luiza Pedroso Monteiroana.mont310@gmail.comIngrid Midori Ono Jorgej@m.rhIzabela Lucas Ferreira Evangelistaj@k.rhJoão Victor Almada Suzukim@m.gaLara Souza de Mirao@i.foCristiane Tefé Silvau@u.gb<p>No cenário educacional contemporâneo, as metodologias ativas têm se destacado como abordagens fundamentais para a promoção de um aprendizado que transcende a simples transmissão de informações (Bezerra <em>et al</em>., 2024). Dessa forma, metodologias ativas como jogos, podem aumentar a motivação intrínseca, relacionada ao desejo de aprender pelo prazer do conhecimento e extrínseca, referente ao desejo de ganhar ou obter recompensas (Moura <em>et al</em>., 2025).</p>2026-04-22T19:12:52+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1307Inovações no manejo da alergia à proteína do leite de vaca: medicina personalizada e tecnologias emergentes2026-04-23T13:39:41+00:00Cecília dos Reis Vieira Silvaceciliavieirasilva08@outlook.comLívia Ribeiro Marquesm@m.gsVitória Calafati Pradellai@h.bqKarina Furlani Zoccalm@k.fa<p>A hipersensibilidade à proteína do leite de vaca (APLV) é uma condição imunomediada caracterizada por uma resposta exacerbada do sistema imune a proteínas do leite bovino, sendo considerada a alergia alimentar mais comum na infância, especialmente em lactentes com menos de um ano de idade. As principais proteínas envolvidas são a caseína, a β-lactoglobulina e a α-lactoalbumina, presentes tanto no leite integral quanto em derivados e fórmulas infantis. A prevalência da APLV tem aumentado progressivamente nas últimas décadas, fenômeno atribuído a fatores como alterações no microbioma intestinal, cesarianas eletivas, uso precoce de antibióticos, mudanças nos hábitos alimentares e aumento da vigilância diagnóstica.</p>2026-04-22T19:13:59+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1308Manejo da dispepsia: uma proposta de cuidado para a atenção primária à saúde2026-04-23T13:40:07+00:00Hanna Barradas Calitohannacalito@hotmail.comLara Amaral Santosi@i.vbJulia Hodniki Nogueirak@l.pwBeatriz Seimarum@n.fiJoão Pedro Rossetto Franceschin@h.xzLeonardo Moscovicip@p.ng<p>A dispepsia é uma síndrome caracterizada por dor epigástrica predominante com duração de, pelo menos, um mês. A mesma pode ser classificada em funcional, quando não há evidência de causa estrutural ou metabólica após investigação adequada, ou orgânica, quando há uma etiologia identificável, como úlcera péptica, neoplasias ou uso de anti-inflamatórios não esteroides (Moayyedi et al., 2017). Além disso, pode vir associada a sintomas recorrentes, como queimação retroesternal, saciedade precoce e plenitude pós-prandial. </p>2026-04-22T19:15:07+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1309Desafios e inovações no manejo da infecção pelo Helicobacter pylori de acordo com os principais consensos2026-04-23T13:40:32+00:00Rafael Oliveira Alvesrafaeloalves90@gmail.comMariana Junqueira Stamato Oliveiraj@k.snPedro Lucas Schimack Cosentinon@l.hkElaine Dovalp@p.wqRaissa Queiroz de Queirozl@l.hmLilian Rose Otoboni Aprilelilian.april@braraodemaua.br<p>A infecção pelo <em>Helicobacter pylori</em> (HP) é uma das doenças bacterianas crônicas mais prevalentes no mundo, afetando cerca de metade da população global, com maior prevalência em países em desenvolvimento, onde mais de 80% dos adultos podem estar infectados. No Brasil, estudos epidemiológicos demonstram alta incidência de infecção já na infância, sobretudo em regiões com condições sanitárias precárias. Isso evidencia o papel dos determinantes socioambientais na disseminação da bactéria, cuja via de transmissão predominante é fecal-oral (Coelho et al., 2018). O <em>H. pylori</em> está associado a diversas doenças do trato gastrointestinal, incluindo gastrite crônica, úlcera péptica, linfoma do tecido linfoide associado à mucosa gástrica (MALT) e, sobretudo, adenocarcinoma gástrico. Desde 1994, a bactéria é classificada como carcinógeno do grupo 1 pela Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC) (Malfertheiner et al., 2022).</p>2026-04-22T19:16:06+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1310Análise comparativa da termografia e eletroneuromiografia como ferramentas diagnósticas na síndrome do túnel do carpo: uma revisão bibliográfica2026-04-23T13:40:54+00:00Amanda Gonçalves Quintinomandtha.g@gmail.comGabriele Cristina Mateus Troianom@n.voJúlia Andrade Veludoi@u.gyJuliana Piccinato Canevarin@h.dgSabrina Gomes Paniagoj@l.wgMarcell Maduro Barbosah@a.ki<p>O túnel do carpo é uma região osteofibrosa pela qual passam os quatro tendões do músculo flexor superficial dos dedos, quatro tendões do músculo flexor profundo dos dedos, um músculo do flexor longo do polegar e o nervo mediano, que tem origem nas raízes C5-C7 (do fascículo lateral) e C8-T1 (do fascículo medial) do plexo braquial (Baptista <em>et al.</em>, 2024). Assim, a Síndrome do Túnel do Carpo (STC) é causada pela compressão crônica do nervo mediano nesta região (Bargiel <em>et al., </em>2021), sendo a neuropatia compressiva mais comum do membro superior (Anjos, 2022).</p>2026-04-22T19:19:10+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1311Hipotermia terapêutica em neonatos com encefalopatia hipóxico-isquêmica moderada como estratégia de neuroproteção: uma revisão bibliográfica2026-04-23T13:41:21+00:00Liz Retz dos Santos PradoLicaretz17@gmail.comNathalia Gabriely Caluz Borgesj@j.mqCarolina Beatriz Cunha Prador@r.lp<p>A encefalopatia hipóxico-isquêmica (EHI) é uma condição neurológica grave que ocorre em recém-nascidos, resultante da privação de oxigênio (hipóxia) e/ou fluxo sanguíneo (isquemia) para o cérebro durante o parto ou nos momentos imediatamente posteriores ao nascimento. Essa privação pode causar lesões cerebrais significativas e irreversíveis, levando a consequências como paralisia cerebral, epilepsia, déficits cognitivos e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor.</p>2026-04-22T19:20:06+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1312Violência de gênero contra mulheres: desafios na formação e capacitação dos profissionais médicos2026-04-23T13:41:43+00:00Caio Eduardo Bonafécarolina.cunha@baraodemaua.brBeatricce da Hora Rocha Bessaj@l.tgGustavo Viotto Berton@m.qkMaria Eduarda Garcia Martinsh@w.jwRonaldo Jesus dos Santosi@o.bwCarolina Beatriz Cunha Pradou@y.lq<p>A violência contra a mulher no Brasil é um problema histórico e estrutural, alimentado por fatores culturais, socioeconômicos e patriarcais que se manifestam em ambientes domésticos e públicos e têm profundas consequências para a saúde da população. Essa violência representa um fenômeno de grande relevância no campo da saúde pública atual, que deve ser enfrentada por meio de ações intersetoriais (saúde, segurança, educação e assistência social), interprofissionais e multi-institucionais, tendo o Sistema Único de Saúde (SUS) como uma das principais portas para o acolhimento das vítimas.</p>2026-04-22T19:20:55+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1313Intervenções para prevenção de transtornos mentais em estudantes de medicina2026-04-23T13:42:13+00:00Eduardo Costaeduardouberlandia30@outlook.comAna Luiza Caetano Veludom@m.ghClara Ciampaglia k@k.rfLuíza Beatriz de Freitas Costay@y.rgMaria Luiza Lessa m@m.hjMaria Clara de Morais Faleiros Maranhom@n.gq<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) define saúde mental como um estado de bem-estar que permite reconhecer as próprias habilidades, lidar com estressores cotidianos e contribuir com a comunidade. Trata-se de conceito multifacetado, influenciado por fatores internos e externos (Brasil, 2025). Entre os grupos mais suscetíveis a desequilíbrios emocionais, destacam-se os estudantes de medicina, expostos a riscos psicossociais desde o pré-vestibular. Após o ingresso na universidade, enfrentam a maior carga horária do ensino superior brasileiro (7.200 horas pelo menos) e rotinas extenuantes (Brasil, 2014). Além das exigências acadêmicas, a formação médica envolve contato direto com sofrimento, adoecimento e morte (Oliveira; Araujo, 2019).</p>2026-04-22T19:21:43+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1314Panorama atual de tuberculose em pessoas em situação de rua: prevalência e status de tratamento2026-04-23T13:42:42+00:00Beatriz Villarinho Sanchesvillarinhosanchesbeatriz@gmail.comAna Laura Pacola Petrolinii@i.gbAna Luiza Riva Francon@h.fvAna Maria Pedrassoli Silvao@i.jpMarina Beatriz Ruas Pachecoi@i.fqLuís Felipe Silva Viscondeo@i.lp<p>A tuberculose (TB) é uma doença infecciosa, causada pela bactéria <em>Mycobacterium tuberculosis,</em> de impacto global e segue entre as principais causas de morte por agente único. Essa doença se espalha de pessoa a pessoa pelo ar. O Brasil figura entre os 30 países com maior carga da doença, com aproximadamente 10,8 milhões de casos estimados mundialmente em 2023 (WHO, 2023). Entre as populações vulneráveis, as pessoas em situação de rua (PSR) concentram risco elevado, pois apresentam 54 vezes mais chances de adoecimento por tuberculose em comparação à população geral. Esse quadro se associa a múltiplos fatores como desnutrição, uso de drogas, coinfecções (HIV), barreiras no acesso à saúde e condições ambientais precárias (Brasil, 2023).</p>2026-04-22T19:22:32+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1315Manejo da insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada: estratégias de tratamento baseadas em evidências recentes e desafios da prática clínica2026-04-23T13:43:06+00:00Nathalia Gabriely Caluz Borgesnathaliagabrielycb@gmail.comLiz Retz dos Santos Pradoo@p.beCarolina Beatriz Cunha Pradon@q.la<p>A insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) é uma condição clínica de fisiopatologia complexa e multifatorial, caracterizada por sintomas típicos de insuficiência cardíaca, como dispneia e fadiga, mesmo quando a fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) está igual ou acima de 50%. Altamente prevalente entre idosos, especialmente mulheres com múltiplas comorbidades, a ICFEP impõe desafios significativos à prática clínica por sua heterogeneidade e pela limitada resposta aos tratamentos tradicionais.</p>2026-04-22T19:24:03+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1316Acupuntura como terapia complementar na osteoartrite: revisão da literatura2026-04-23T13:43:32+00:00Lucimara Facio Nobre Zuefflucimara.nobre@baraodemaua.br<p>A osteoartrite (OA) é uma das doenças reumatológicas mais prevalentes, caracterizada pela degeneração progressiva da cartilagem articular, levando à dor, rigidez e limitação funcional com impacto significativo na qualidade de vida da pessoa. Afeta principalmente adultos e idosos que buscam a Atenção Primária, que é a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS), atuando como coordenadora do cuidado e ordenadora das ações e serviços no território (Brasil, 2011).</p>2026-04-22T19:24:49+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1317Relato de experiência: doenças negligenciadas2026-04-23T13:44:34+00:00Eduardo Tamburús Fargnolliedutamburus10@gmail.comAntonella Bonny Ramos Costan@u.fnEduardo Benedito Militão Ramosj@g.fjGiovana Ramos Teixeiraop@sd.koJoão Francisco Zilli Freitasc@c.jgPâmela Borges Nery Pavani@i.fo<p>As Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNs) formam um conjunto de enfermidades listadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que a distribuição é extremamente associada à pobreza, saneamento precário e limitado acesso à Atenção Primária em Saúde (APS). Entre essas destacam‑se hanseníase, tracoma, esquistossomose, leishmanioses e dermatoses parasitárias como a pediculose e a escabiose, as quais afetam desproporcionalmente crianças em idade escolar e impactam seu crescimento, desenvolvimento e rendimento acadêmico (Engelman<em> et al</em>., 2016).</p>2026-04-22T19:26:16+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1318A ossificação do ligamento longitudinal anterior: um relato de caso anatômico2026-04-23T13:45:04+00:00Ana Carolina Mendes Ribeiroanacmrib01@gmail.comAna Clara Cardoso Moraism@j.vkCamila Albuquerque Melo de Carvalhom@u.kwEdson Donizetti Verrio@h.wg<p>O ligamento longitudinal anterior (LLA) é uma estrutura laminar que percorre a face anterior da coluna vertebral, do áxis até o sacro, sendo essencial para a estabilização e limitação da hiperextensão da coluna (ROCCO et al., 2009). A ossificação do LLA é uma condição rara, caracterizada pelo depósito de cálcio nos tecidos moles, geralmente associada a processos inflamatórios crônicos e à degeneração discal, comumente relacionada ao envelhecimento (TAPIA et al., 2008).</p>2026-04-22T19:27:12+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1319Ação social “Missão futuro cirurgião”: um relato de experiência2026-04-23T13:45:25+00:00Camille Stephani Baccarincamyllebaccarin@outlook.comElaine Dovall@l.dhFernando Cesar Ferreira Pintoh@k.fg<p>A formação médica exige integração efetiva entre teoria e prática, especialmente em áreas que envolvem habilidades manuais e tomada de decisões rápidas, como a cirurgia. Nesse contexto, as ligas acadêmicas desempenham papel fundamental ao complementar o ensino formal, promovendo atividades extracurriculares que estimulam o interesse dos estudantes, desenvolvem competências técnicas e reforçam o compromisso com a responsabilidade social.</p>2026-04-22T19:28:33+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1320Análise da evolução temporal da qualidade dos dados e da incidência de negligência, abandono e de violências física e psicológica contra idosos no brasil: período de 2013 a 2023.2026-04-23T13:45:52+00:00João Francisco Zilli Freitasjfzillifreitas@gmail.comAntonella Bonny Ramos Costao@o.fpEduardo Benedito Militão Ramosn@h.rlEduardo Tamburús Fargnollio@i.lqGiovana Ramos Teixeirau@u.uyLucila Costa Zini Angelottiu@t.vm<p>A velhice constitui um momento de fragilidade da vida humana, na qual os indivíduos devem ter acesso a um lar tranquilo que os garanta segurança, aconchego e tranquilidade. Nesse período da vida, o indivíduo torna-se mais sujeito a doenças e necessita de suporte de outras pessoas (Sabino <em>et al</em>., 2023).</p>2026-04-22T19:29:19+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1321Associação entre o plexo venoso pterigoideo e o desenvolvimento de complicações clínicas: revisão de literatura2026-04-23T13:46:14+00:00Ana Clara Cardoso Moraisanaclaracmorias21@gmail.comAna Carolina Mendes Ribeirok@k.fgCamila Albuquerque Melo de Carvalhon@k.fjEdson Donizetti Verrij@j.dc<p>Fossa infratemporal é uma cavidade que se localiza na face, considerada uma das regiões anatomicamente mais complexas da cabeça e do pescoço<strong>,</strong> na qual se apresenta o plexo venoso pterigoideo, e devido a sua localização torna-se um grande ponto para a disseminação de infecções potencialmente fatais da fossa infratemporal. Com a análise da literatura nota-se que esse plexo realiza conexões abrangentes com as veias e estruturas anatômicas circundantes, sendo um exemplo dessas conexões o seio cavernoso, a veia oftálmica inferior e a veia facial. (Golub & Bordoni, 2025).</p>2026-04-22T19:30:07+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1322Cartilha da gestante: a informação como estratégia de fortalecimento da experiência das gestantes em Ribeirão Preto/SP2026-04-23T13:46:34+00:00Camila Rodrigues de Amorimmilaamorim2009@hotmail.comLuana Matias Teixeirak@l.voMaria Eduarda Soubhia Ferreiran@n.rfRafaela Lopesn@m.ghLicerio Migueln@j.hjTamara Cristina Gomes Ferraz Rodriguesu@i.wq<p>A gestação é um período marcado por intensas transformações físicas, emocionais e sociais, que demandam atenção integral e acolhimento qualificado por parte dos profissionais de saúde (Mesquita, 2024). Nesse contexto, o acesso à informação clara, confiável e acessível configura-se como ferramenta essencial para o empoderamento das gestantes e para a promoção de uma experiência mais segura e participativa no ciclo gravídico-puerperal (Queiroz, 2023). A educação em saúde, especialmente no âmbito do pré-natal, contribui para o fortalecimento do vínculo entre a gestante e os serviços de saúde, favorecendo a adesão ao acompanhamento e a tomada de decisões conscientes (Souza, 2023).</p>2026-04-22T19:37:14+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1323Comparação da força de mordida, espessura e temperatura dos músculos mastigatórios entre sedentárias e atletas de futsal universitário2026-04-23T13:46:57+00:00Leonardo Becker Vieira da Cruzleo.becker0707@gmail.comCora de Freitas Pupink@k.juGuilherme Gallo Costa Gomesb@l.fgEdson Donizetti Verriq@w.tg<p>A mordida é essencial para funções do sistema estomatognático, como mastigação, deglutição e estabilização postural. A força de mordida máxima (FMM) está diretamente relacionada ao desenvolvimento dos músculos mastigatórios, especialmente o masseter, e reflete o equilíbrio entre fatores morfológicos, neurológicos e funcionais.</p>2026-04-22T19:38:33+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1324Coqueluche em crianças no Brasil: uma análise epidemiológica de 2013 a 20232026-04-23T13:47:15+00:00Juliana Lopes Bertolotojulianabertoloto@hotmail.comJúlia Moscardini Naymem@n.gtBeatriz Izilda Minanteo@i.hyIsadora Minuncio Fortunatoy@r.kuSamara Cristina de Castroo@f.hyRolando Andres Paternina de La Ossao@i.rf<p>A coqueluche é uma doença infecciosa causada pela bactéria <em>Bordetella pertussis</em>, transmitida por gotículas respiratórias. Sua principal manifestação clínica é a tosse persistente e paroxística. A prevenção é realizada por meio da vacinação, que está incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI) (Willemann <em>et al.</em>, 2014). Na pediatria, a coqueluche representa uma importante preocupação, tanto pelas possíveis complicações clínicas em crianças, especialmente lactentes, quanto pela baixa cobertura vacinal observada em algumas populações (SBP, 205).</p>2026-04-22T19:39:20+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1325Embolização endovascular na epistaxe posterior: revisão de resultados e complicações2026-04-23T13:47:35+00:00Maria Beatriz Pavaneli Puginbeatriz.pavaneli@gmail.comJoão Pedro Savoreto Matosn@s.lpLorena Rodrigues Diasu@i.ghLuiz Eduardo Assef Taubei@h.fvCarolina Brotto de Azevedon@f.ki<p>A epistaxe é uma condição otorrinolaringológica comum, com prevalência em 60% da população geral ao longo da vida, embora apenas uma pequena parcela dos casos exige intervenção médica especializada. Na maioria das vezes, o sangramento é anterior, originando-se do plexo de Kiesselbach, e responde bem a medidas conservadoras, como compressão digital, vasoconstritores tópicos e cauterização. Entretanto, a epistaxe posterior, mais profunda e de difícil controle, ocorre principalmente em pacientes idosos ou com comorbidades, como hipertensão e coagulopatias, sendo frequentemente refratária ao tratamento clínico convencional. Nessas situações, procedimentos cirúrgicos como a ligadura endoscópica da artéria esfenopalatina apresentam alta taxa de sucesso, com baixos índices de complicações (Franke et al., 2020).</p>2026-04-22T19:40:05+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1327Gravidez na adolescência e prematuridade: fatores associados e repercussões materno-fetais 2026-04-23T13:47:52+00:00Ana Júlia Botacinijujubotacini@gmail.comGabriella Pizol Martins Rodrigueso@o.lpMaria Beatriz Pavaneli Puginn@h.wdDenise Maria Xavier Pereira Correab@h.dc<p>A gravidez na adolescência é associada a diversas complicações materno-fetais, adolescentes mais jovens apresentam risco elevado de mortalidade pós-neonatal, além de iniciarem o pré-natal mais tardiamente e com menor frequência de consultas, o que compromete a redução de desfechos negativos, como prematuridade, baixo peso e óbito fetal. Estudos mostraram que há consenso sobre o aumento nos registros de abortos e uso de abortivos entre adolescentes, o que acarreta riscos físicos, psicológicos e hospitalizações. Diante desses achados, destaca-se a urgência em promover educação em saúde e acesso à contracepção, uma vez que a falta de informação e incentivo à prevenção ainda são determinantes para a ocorrência da gravidez na adolescência e suas complicações (Azevedo et al., 2015).</p>2026-04-22T19:40:47+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1328Impacto da atividade física na qualidade de vida de pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada: revisão integrativa2026-04-23T13:48:11+00:00Débora Oliveira Piresdebora.auriflama@gmail.comMaria Clara de Oliveira Silvan@g.rfAline Barbosa Ribeiroj@j.gn<p>A insuficiência cardíaca (IC) representa uma causa significativa de morbimortalidade em nível global (Saeedi <em>et al.,</em> 2019). Trata-se de uma síndrome clínica caracterizada pela incapacidade do coração de bombear sangue e oxigênio em quantidade suficiente para suprir as demandas metabólicas dos tecidos (Saeedi <em>et al.,</em> 2019). Conforme Castiglione et al. (2021), a classificação da IC baseia-se na fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE), sendo categorizada em: IC com fração de ejeção preservada (ICFEp), intermediária (ICFEm) e reduzida (ICFEr). A ICFEp, mais prevalente entre os portadores de IC, é predominantemente associada à disfunção diastólica e frequentemente decorre de lesões cardíacas provocadas por comorbidades ou distúrbios de acúmulo (Castiglione <em>et al.</em>, 2021). Essa condição afeta aproximadamente 64 milhões de pessoas em todo o mundo, e sua prevalência vem aumentando em razão do envelhecimento populacional, da maior carga de comorbidades e fatores de risco cardiovasculares, além da maior sobrevida pós-infarto do miocárdio.</p>2026-04-22T19:41:34+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1329Metodologias ativas usadas no ensino e aprendizagem do eletrocardiograma aos alunos de graduação em Medicina: revisão de literatura2026-04-23T13:48:29+00:00Gabriella Pizolgpmrzap@gmail.comAimée Utunik@l.ujFábio Luis da Silvau@i.rfJosé Carlos dos Santoso@p.wsLuis Fernando Joaquimu@i.ty<p>O eletrocardiograma (ECG) é um exame não-invasivo que registra a atividade elétrica do coração em sequência temporal, sendo de simples execução nos cenários da prática médica. Apesar da simplicidade no seu registro, o aprendizado de sua análise e interpretação requer considerável esforço por parte dos estudantes, pois envolve o conhecimento não apenas dos preceitos básicos do ECG em si, mas também da eletrofisiologia cardíaca, sua modulação autonômica e uma complexa fisiopatologia, especialmente dos distúrbios isquêmicos e do ritmo cardíaco.</p>2026-04-22T19:42:27+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1330Monitoria como instrumento de aprendizado: um relato de experiência na disciplina de neurociências2026-04-23T13:48:48+00:00Cryslane Almeida de Limacryslaneadelima@gmail.comMarcell Maduro Barbosamarcell.maduro@baraodemaua.br<p>A monitoria acadêmica é entendida como uma ferramenta no processo de ensino-aprendizagem que contribui tanto para o aprendizado e crescimento profissional e pessoal do discente quanto do docente, constituindo-se um espaço de troca de experiências e descobertas.</p>2026-04-22T19:43:32+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1331Mortalidade por HIV/Aids e adesão à terapia antirretroviral no estado de São Paulo: um estudo epidemiológico de 2019 a 20232026-04-23T13:49:09+00:00Mariana Yanosteac Rodrigues Mariomarianayanosteac@hotmail.com Gabriel Vitor Pereira Cardosok@k.gbLetícia Dardes Barbosao@i.ghNatali Canelli Valimi@h.yu<p>A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), decorrente da infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), caracteriza-se por um comprometimento progressivo do sistema imunológico, com ênfase na depleção dos linfócitos T CD4+, condição que torna o indivíduo suscetível a infecções oportunistas e neoplasias associadas à imunossupressão. Desde a introdução da terapia antirretroviral (TARV) no Brasil, consolidada com a promulgação da Lei nº 9.313/96, que assegura o acesso universal e gratuito a esses medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a infecção pelo HIV passou a ser manejada como uma condição crônica. Esse marco representou expressiva redução da morbimortalidade relacionada à doença (RODRIGUES et al., 2023).</p>2026-04-22T19:44:14+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1332A inserção ensino-serviço e construção de um projeto terapêutico singular, contribuições para a formação do aluno de Medicina e para o fortalecimento do SUS2026-04-23T13:49:29+00:00Leda Florindo Pereiraleda_fpereira@hotmail.comIsadora Rezende Pradok@k.tgLeticia Libano Fernandesk@o.gbAna Paula Raizaroj@j.bm<p>A Atenção Primária à Saúde (APS) é tida como a principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS), caracterizando-se por um conjunto de ações de saúde no âmbito individual e coletivo, abrangendo promoção, prevenção, diagnóstico e tratamento. Dentro da APS, a Estratégia de Saúde da Família (ESF), implantada em 1994 e composta por equipes multiprofissionais, é o modelo prioritário e estratégico para a qualificação do cuidado e a melhoria do acesso aos serviços de saúde (Brasil, 2017).</p>2026-04-22T19:45:16+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1333Ampliação do acesso a métodos contraceptivos na atenção primária em Ribeirão Preto reduzindo a gestação na adolescência: interação tecnológica e formação médica2026-04-23T13:49:48+00:00Maria Vitória Martuci Amaralh@k.edMariana Ribeiro Coelhok@k.yoAnna Luiza Lobo Trevisano@y.lqBelkiss R. Rodrigues Fraconj@v.fz<p>As gestações não planejadas continuam a representar desafios críticos para a saúde pública global, mesmo com os avanços nas estratégias de prevenção, tecnologias de cuidado e educação em saúde. No Brasil, mais de 55% das gestações são não planejadas, uma estatística preocupante, sobretudo entre populações vulneráveis, como adolescentes e mulheres com menor escolaridade (GOMES et al., 2009).</p>2026-04-22T19:46:01+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1334Uso de LARCS e a incidência de infecções sexualmente transmissíveis: impactos e implicações na sociedade2026-04-23T13:50:05+00:00Mariana Ribeiro Coelhomariribeirocoelho@hotmail.comAnna Luiza Lobo Trevisanh@i.wsMaria Vitória Martuci Amarali@i.tgBelkiss R. Rodrigues Fraconk@g.fb<p>Os métodos contraceptivos reversíveis de longa duração (LARCs), como o dispositivo intrauterino (DIU) e os implantes subdérmicos, têm sido fortemente recomendados por organizações internacionais de saúde como estratégia eficaz para reduzir as taxas de gestações não planejadas, especialmente entre adolescentes e mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A elevada eficácia, associada à conveniência de não depender da adesão diária do usuário, faz com que esses métodos ocupem papel central nas políticas de planejamento reprodutivo em diversos países (WHO, 2021).</p>2026-04-22T19:46:39+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1336Perfil das apendicectomias laparotômicas e laparoscópicas no sistema único de saúde: análise descritiva2026-04-24T17:45:18+00:00Matheus de Barros Ferreira Pintomatheusbfp2001@gmail.comFernando César Ferreira Pintol@ljk.th<p>A apendicite aguda é uma das urgências cirúrgicas abdominais mais frequentes mundialmente, sendo a apendicectomia o tratamento recomendado (Di Saverio; Birindelli; Kelly et al., 2020). A técnica cirúrgica convencional, realizada por via laparotômica desde 1893, ainda é amplamente utilizada, principalmente em hospitais com recursos limitados, devido ao menor tempo cirúrgico em casos não complicados e à ausência de necessidade de equipamentos especiais Di Saverio; Birindelli; Kelly et al., 2020). Contudo, essa abordagem apresenta desvantagens como maior dor pós-operatória, risco aumentado de infecção do sítio cirúrgico e maior tempo de afastamento das atividades (Quah; Eslick; Cox, 2019).</p>2026-04-24T17:43:47+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1337A oficina do cérebro: relato de experiência com a população idosa2026-04-24T17:49:48+00:00Sophia Viana de Castro Paganuccisophia_vcpaganucci@hotmail.comEduarda Lima Silvak@k.ghGabriela Souza Castroo@o.tyJulia Maria do Carmo Hisamatsun@n.rgLetícia Maria de Medeirosn@n.tg<p>O envelhecimento populacional é um fenômeno global com importantes implicações sociais, econômicas e em saúde pública. No Brasil, o aumento da expectativa de vida tem gerado uma crescente demanda por estratégias que promovam a qualidade de vida, autonomia e bem-estar da população idosa (IBGE, 2023). Com o avanço da idade, é comum a ocorrência de alterações nas funções cognitivas — como memória, atenção e raciocínio — e motoras, o que pode comprometer a independência funcional e aumentar o risco de isolamento social, quedas e desenvolvimento de transtornos neuropsiquiátricos, como depressão e demência (Almeida et al., 2020).</p>2026-04-24T17:49:02+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1338Cisto broncogênico pulmonar em adultos: uma exceção à regra2026-04-24T17:54:45+00:00Luís Eduardo Teixeira Pintoe@rt.comHenrique Malta Guimarãesk@k.ghLuana Nomoton@n.fpMaycon Vinícius Lopez de Pauloo@p.gtMarcus Vinicius Nascimento Valentinn@m.fpNelson de Araújo Vegao@l.ws<p>Cistos pulmonares são definidos como lesões aeradas ou preenchidas por fluido, circunscritas por uma parede epitelizada ou fibrosa, e com espessura menor que 2 milímetros (mm) (Hansell et al., 2008; Silva et al., 2010; Bankier et al., 2024). Conhecer essa definição radiológica clássica é de suma importância pois auxilia na distinção entre cistos e cavidades (paredes espessas ou irregulares) no parênquima pulmonar. Todavia, nem todas as lesões císticas presentes no pulmão são perfeitamente contempladas por essa regra. Um exemplo disso é o cisto broncogênico, que ocorre devido há uma malformação congênita rara do aparelho respiratório, decorrente de um defeito na embriogênese da árvore brônquica, resultando em um brotamento anômalo do intestino anterior embrionário (McAdams et al., 2000).</p>2026-04-24T17:53:43+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1339Variação anatômica rara das artérias coronárias direita e esquerda com trajeto pré-pulmonar: contribuições da tecnologia de imagem para diagnóstico e manejo clínico2026-04-24T17:59:41+00:00Vitória Calafati Pradellavitoriapradella@hotmail.comLívia Ribeiro Marquesn@k.rfMaria Eduarda Mastrangeh@j.pqMariana Amorim Necak@l.ghRafaela Araújo Kutlakk@l.fgEdson Donizetti Verrio@i.qp<p>A vascularização do coração é, em condições normais, composta por duas artérias principais: a artéria coronária direita e a artéria coronária esquerda, ambas originadas dos seios da aorta ascendente e localizadas posteriormente ao tronco pulmonar. A artéria coronária esquerda se divide em ramos principais, como a descendente anterior e a circunflexa, as quais irrigam uma grande porção do miocárdio, enquanto a coronária direita é responsável pela irrigação do átrio e ventrículo direitos. No entanto, variações anatômicas, como o trajeto pré-pulmonar de uma artéria coronária – onde a artéria se localiza anteriormente ao tronco pulmonar – podem ocorrer de forma congênita e ter implicações clínicas relevantes.</p>2026-04-24T17:58:56+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1340Desafios no atendimento à obesidade na atenção primária à saúde: perspectivas tecnológicas e implicações na formação médica 2026-04-24T18:04:54+00:00Laura Maria Bolleli Hernandezlaurab22hernandez@gmail.comJúlia Tamburus Fargnollik@l.fbLívia Ribeiro Marqueso@p.hkMaria Eduarda Mastrangeo@p.rfVitória Calafati Pradellao@p.ljBelkiss Rolim Rodrigues Fraconl@n.cp<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (WHO, 2000), a obesidade é definida como o acúmulo excessivo de gordura corporal que compromete a saúde, sendo classificada por um Índice de Massa Corporal (IMC) ≥ 30 kg/m². Estima-se que, em 2022, mais de 1 bilhão de pessoas viviam com obesidade no mundo (WHO, 2022). No Brasil, a tendência é alarmante: dados do Ministério da Saúde indicam que, em 2024, 34% dos adultos apresentavam obesidade, e projeções apontam que até 2044 esse número poderá chegar a 48%. A obesidade, além de reduzir a qualidade de vida, está associada a doenças crônicas como hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e dislipidemias (Silva et al., 2022).</p>2026-04-24T18:04:03+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1341O podcast e a influência na aprendizagem para estudantes de medicina: um relato de experiência 2026-04-24T18:09:58+00:00Gisele Costa Simões de Limagisele.costa.simoes.de.lima@gmail.comSophia Casella Mattiellol@l.nmCristiane Tefé Silvao@p.th<p>O processo de aprendizagem nos cursos de Medicina, está cada vez mais em busca de encontrar metodologias ativas que coloquem os estudantes como protagonistas na edificação do conhecimento médico, pois o processo de ensino-aprendizagem se dá de maneira complexa, não linear e possui caráter dinâmico, fazendo com que seja necessário ações direcionadas para a participação ativa dos alunos (Camargo e Daros, 2018).</p>2026-04-24T18:09:16+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1342Infecções de sítio cirúrgico no brasil entre 2022 e 2024: uma revisão epidemiológica2026-04-24T18:19:53+00:00João Pedro Savoreto Matosjoaopedrosavoretomatos@gmail.comIsabella de Barros Biffio@p.gbJéssica Cristina Leão da Silvau@u.qwJonas Alves Salomãop@l.rtJuliana Cristina Vasconcelos Sawaya Pimentan@u.ciLuís Felipe Silva Viscondec@k.vb<p>As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) são aquelas adquiridas durante o processo de cuidado em hospitais ou em outras unidades de saúde, que não estavam presentes no momento da admissão do paciente. São frequentemente associadas a procedimentos realizados em ambientes contaminados por micro-organismos e configuram um relevante problema de saúde pública, uma vez que contribuem para o aumento do tempo de permanência hospitalar, das taxas de morbimortalidade e dos custos com cuidados médicos (RAMÍREZ et al., 2021).</p>2026-04-24T18:19:08+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1343Evolução histórica das taxas de incidência de violência contra a criança no estado de São Paulo entre os anos de 2013 e 20232026-04-24T18:24:58+00:00Augusto Lopes Moreiraaugusto.lopes2462@hotmail.comCatherine Carvalho Leonen@m.fvJulia Ramos Rodrigueiron@m.kpJúlia Siqueira Stellao@i.fvManoela Braguim da Silval@p.rfSoraya Duarte Varellaj@l.wd<p>A violência configura-se como uma grave violação dos direitos à vida e à saúde da criança e de sua família. Entre todas as formas, a violência contra a infância é particularmente inaceitável, dada a condição de vulnerabilidade e dependência inerente à fase do desenvolvimento infantil. A exposição a agressões físicas, sexuais, psicológicas, bem como à negligência e ao abandono — especialmente nos primeiros anos de vida — compromete o desenvolvimento integral da criança, com efeitos duradouros nas esferas emocional, social, psicológica e cognitiva (Portal Infância Segura, 2025).</p>2026-04-24T18:24:29+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1344Incorporação das tecnologias da informação e comunicação na educação clínica médica: uma revisão sistemática2026-04-24T18:33:04+00:00Maycon Vinícius Lopes de Paulomayconvlpaulo@gmail.comPedro Raphael Rocham@m.fvAline Barbosa Ribeiron@l.sxCristiane Tefé Silvah@j.fvPriscila de Freitas Liman@y.gb<p>O uso de aplicativos digitais tem promovido mudanças significativas no ensino clínico na graduação em medicina, proporcionando acesso rápido a conteúdo multimídia e estimulando a autonomia e o engajamento dos estudantes (Muttappallymyalil <em>et al</em>., 2016). A pandemia de COVID-19 intensificou a adoção dessas ferramentas, consolidando-as como recursos essenciais na formação médica contemporânea (Sachs <em>et al</em>., 2022). Nesse contexto, a presente revisão sistemática tem como objetivo oferecer novas perspectivas sobre a eficácia dos aplicativos móveis no aprimoramento da educação médica.</p>2026-04-24T18:32:13+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1345Uso de agonistas de GLP-1 no tratamento da obesidade: uma revisão da literatura2026-04-24T18:38:47+00:00Maria Fernanda Ávila Veronesemafeav123@gmail.comMaria Júlia Mussalam Albanezio@h.gbMaria Luísa Mussa Abudin@m.gbLarissa Cocicov Gyotokuk@l.deSérgio Luchini Batistaj@j.mq<p>A obesidade é uma condição crônica que afeta milhões de indivíduos em todo o mundo. Estima-se que, até o ano de 2035, aproximadamente um quarto da população global poderá ser acometida por essa doença. Por muitos anos, as opções farmacológicas para o tratamento da obesidade permaneceram limitadas, com eficácia modesta e efeitos adversos consideráveis (Hemmer et al., 2023).</p>2026-04-24T18:37:46+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1346Inibição dual de SGLT1/SGLT2 como estratégia cardioprotetora: evidências atuais e implicações clínicas2026-04-24T18:44:42+00:00Lorenzo Garcia Dipelorenzodipe@icloud.comAna Luisa Oliveira Pradoo@k.guPedro Lucas Schimack Cosentinob@h.qsFelipe Malta de Paulac@m.btRafael de Paula Hidac@k.juAline Ribeiro Barbosac@a.uk<p>O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) configura-se como uma das principais enfermidades metabólicas crônicas da atualidade, estando fortemente associado a um aumento significativo na morbimortalidade cardiovascular. A presença de hiperglicemia crônica, combinada à resistência à insulina, desencadeia uma série de alterações fisiopatológicas, dentre as quais se destacam a inflamação sistêmica, o estresse oxidativo, a disfunção endotelial e a rigidez arterial. Esses mecanismos contribuem de forma sinérgica para a progressão de doenças cardiovasculares como a insuficiência cardíaca, a doença arterial coronariana e o acidente vascular cerebral (Lopez-Jimenez <em>et al</em>., 2022). Nesse contexto, torna-se evidente que o controle glicêmico isolado é insuficiente para mitigar o risco cardiovascular, sendo imprescindível a adoção de estratégias terapêuticas que promovam benefícios adicionais nos desfechos cardiovasculares (Lopez-Jimenez <em>et al</em>., 2022).</p>2026-04-24T18:43:56+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1347Diagnóstico diferencial de ascite em pacientes com hepatopatia: um relato de caso sobre o adenocarcinoma gástrico2026-04-24T18:51:41+00:00Milena Euzébio Rodrigues da Silvamieuzebio@gmail.comAnne Karenine Domingos de Matoso@p.ujGiovana Girardi Ticotostin@f.hnMarcela Bocalete Balieiroc@l.duNathalia Del Vecchio França Barbosak@l.hyAugusto Marcussi Degiovanic@m.fc<p>As doenças hepáticas são responsáveis por cerca de 2 milhões de óbitos anuais, representando aproximadamente 4% das mortes globais (Devarbhavi <em>et al.,</em> 2023). Caracterizam-se por inflamação e lesão hepatocelular que podem evoluir para descompensações clínicas, como encefalopatia hepática, hemorragia digestiva e ascite (Ginés <em>et al.,</em> 1987). A ascite, acúmulo excessivo de líquido na cavidade peritoneal, é o principal sinal de descompensação da cirrose, sendo a paracentese diagnóstica fundamental para determinar sua etiologia (Biggins <em>et al.</em>, 2021).</p>2026-04-24T18:50:46+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1348Achado incidental de hemangioma medular em escápula de jovem pós-trauma aquático: relato de caso2026-04-24T18:57:56+00:00João Pedro Rossetto Franceschijoaopedrorossettto@gmail.comLucas Gonçalves Ferreirak@k.grVitória Morais Castroo@n.fpMariana Cândido Rochak@s.rfLara Amaral Santosc@j.nwMarcus Vinicius Nascimento Valentinc@n.hc<p>Achados incidentais em exames de imagem, conhecidos como incidentalomas, são descobertas não relacionadas à queixa principal do paciente, mas que acabam sendo identificadas durante a investigação de outra condição clínica. O avanço e a maior disponibilidade de tecnologias como a ressonância magnética (RM) contribuíram significativamente para o aumento desses diagnósticos inesperados (Gibson et al., 2018). Estima-se que entre 16% e 30% dos exames de RM revelem alguma forma de incidentaloma, variando de achados benignos a lesões potencialmente malignas, o que torna sua interpretação um desafio frequente na prática médica (Lumbreras et al., 2010).</p>2026-04-24T18:57:10+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1349Impacto do consumo de aspartame no organismo: uma revisão da literatura2026-04-24T19:01:53+00:00Marina Beatriz Ruas Pachecomarinapachecomed@gmail.comCaroline Oliveira Francoc@m.tgPriscila de Freitas Limak@l.fv<p>O aspartame é o éster metílico do dipeptídeo aspartato-fenilalanina, que tornou-se um adoçante artificial muito popular. Na atualidade, esse composto é encontrado frequentemente em produtos <em>diet</em> ou <em>light</em>, como refrigerantes, gomas de mascar, sucos em pó, produtos lácteos sem adição de açúcar, adoçantes e alimentos ultraprocessados em geral, além de compor alimentos nutritivos, como alguns tipos de <em>whey protein</em> (Shaher <em>et al</em>., 2023).</p>2026-04-24T19:01:08+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1350Auto-enucleação como consequência da psicose: uma revisão narrativa2026-04-24T19:17:34+00:00Larissa Pardo de Lima Fructuosolarissafructuoso@hotmail.comNatália Mota de Souzac@k.rf<p>A retirada do próprio globo ocular, também chamada de auto-enucleação, é uma das formas mais graves de automutilação encontrada na literatura. Ela é descrita desde a antiga Grécia, porém foi melhor detalhada através de relatos de casos a partir do século XIX (GAUGER, SOBEL E ALLEN, 2015). O primeiro relato de auto-enucleação é de 1846, mas foi em 1906 que o termo edipismo foi introduzido por Blonel para referenciar a esta forma de mutilação (BERGUA, SPERLING E KÜCHLE, 2002). Além da mitologia e da religião, a auto-enucleação também está relacionada com transtornos psiquiátricos de forma geral, como por exemplo, transtornos de humor, transtornos de personalidade, déficits intelectuais e abuso de substâncias psicoativas (PATIL, JAMES, 2004).</p>2026-04-24T19:16:58+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1351Tosse psicogênica em adulto jovem: relato de caso2026-04-24T19:22:40+00:00Vitória Morais Castrovitoriacastro02@outlook.comJoão Pedro Rossetto Franceschil@b.spLucas Gonçalves Ferreirac@m.laMariana Cândido Rochal@k.rbRafaela Morais Franchinic@l.mmqLeonardo Moscovicik@g.mr<p>A tosse é um sintoma frequente na prática clínica, geralmente associada a causas respiratórias ou gastrointestinais. Quando persiste sem causa orgânica identificável, pode indicar origem psicogênica, também chamada tosse somatoforme ou funcional. Caracteriza-se por episódios crônicos que não respondem a tratamentos convencionais e frequentemente se relacionam a fatores emocionais ou comportamentais (Raj et al., 2023).</p>2026-04-24T19:21:53+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1352Hábitos saudáveis para estudantes do Centro Universitário Barão de Mauá2026-04-27T12:43:19+00:00Julia Maria do Carmo Hisamatsujuliahis@hotmail.comMarcos Felipe Bononi Cândido Mendesn@j.rfMaria Eduarda da Costa Morenoj@i.wsCamila Gonçalves Fantini@o.ghPietra Russo de Carvalhou@s.gbPâmela Borges Nery Pavana@l.ed<p>O projeto de extensão “Hábitos Saudáveis para Estudantes” nasceu da percepção de uma realidade exaustiva e comum entre universitários. De acordo com Da Silva Ribeiro <em>et al</em>. (2017), esse cenário pode ser descrito por uma rotina marcada por horas intermináveis de estudo, alimentação desregrada, pouca ou nenhuma atividade física e privação de sono. Tudo isso pode comprometer a saúde física e mental dos alunos, o que dificulta a manutenção da qualidade de vida no ambiente acadêmico. Essa situação resulta no esgotamento físico e mental do estudante universitário, e pode inclusive ocasionar quadros de <em>Burnout</em> associados a má qualidade de sono Pedreira Neto <em>et al</em>., (2023). Diante disso, surgiu a ideia de criar uma proposta capaz de transformar pequenos hábitos e, com isso, melhorar a qualidade de vida dentro da própria universidade. Afinal, além de formar profissionais, o ambiente acadêmico também tem o papel de cuidar das pessoas que ali estão. Com isso em mente, o projeto foi desenvolvido como uma ação prática e acessível, que oferecesse informações e sugestões simples, mostrando que é possível, cuidar do corpo e da mente mesmo com as demandas intensas da vida universitária.</p>2026-04-27T12:42:56+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1353Câncer de colo uterino em mulher jovem com citologia insatisfatória: relato de caso2026-04-27T12:50:00+00:00Otávio Secches Barreto da Silva de FreitasOtaviosecches1610@gmail.comAna Laura Castroj@j.yhGuilherme Macacari Manfrinatom@n.tgLucas Zara Marchesanh@k.dvMarcos Marcial Cansino Torres Romerok@k.gbMatheus Guimarães Matosn@j.ed<p>O câncer do colo do útero representa um importante problema de saúde pública, sobretudo em países em desenvolvimento, sendo frequentemente associado à infecção persistente pelo HPV (Corrêa et al., 2022). De acordo com dados do Ministério da Saúde (Brasil, 2016), o rastreamento por citologia (Papanicolau) tem demonstrado eficácia na detecção precoce de lesões precursoras. No entanto, falhas de coleta, interpretação e acompanhamento de resultados insatisfatórios podem comprometer sua efetividade, especialmente em serviços com alta rotatividade de profissionais e baixa cobertura de seguimento (Schiffman et al., 2016).</p>2026-04-27T12:48:39+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1354Influência de técnicas cirúrgicas e intervenções farmacológicas na sensação de dor e sensibilidade do fenômeno do membro fantasma: uma revisão de literatura2026-04-27T12:56:59+00:00Pedro Bordignon Fares Vieirafarespedro411@gmail.comMiguel Codonho Zanij@l.tyLara Cristina Souza Piresc@j.wuMariana Esteves Gomesk@j.chMarcel Maduro Barbosac@k.sv<p>O fenômeno do membro fantasma é uma condição neurológica complexa, caracterizada pela percepção de sensações — muitas vezes dolorosas — em um membro parcial ou totalmente amputado. (Culp; Abdi, 2022). Estima-se que a grande maioria dos indivíduos submetidos à amputação vivencie algum grau de sensação fantasma, sendo a dor do membro fantasma (PLP – Phantom Limb Pain) um dos sintomas mais incapacitantes e de difícil controle clínico (RUBIERA VALDÉS et al., 2025).</p>2026-04-27T12:55:30+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1355Cirurgia robótica como técnica para realização de hernioplastia inguinal: revisão de literatura2026-04-27T13:34:37+00:00Amanda Sapi Cunhaamandasapicunha@hotmail.comBruno Henrique de Carvalho Oliveirak@l.fgMariana Ferronato Rangelc@j.dbMarcos Dieyson Rodrigues Mendesc@k.fjPedro Bordignon Fares Vieirac@k.qaFernando César Ferreira Pintok@h.sc<p>A hérnia inguinal é uma das condições cirúrgicas mais frequentes no mundo, com milhões de procedimentos realizados anualmente. A técnica cirúrgica passou por uma importante evolução das abordagens abertas, como a de Lichtenstein, para métodos minimamente invasivos, como a videolaparoscopia. Mais recentemente, a cirurgia robótica tem sido incorporada como alternativa tecnológica no tratamento dessas hérnias. A aplicação da robótica na hernioplastia inguinal chama atenção pela visão tridimensional, maior precisão dos movimentos e melhor ergonomia para o cirurgião (AIOLOFI et al., 2019). No entanto, o tempo operatório prolongado, os custos elevados e a necessidade de treinamento específico ainda são desafios importantes para sua disseminação (KHORAKI et al., 2020).</p>2026-04-27T13:33:23+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1356Orientações para cuidadores de idosos acamados e domiciliados: relato de experiência2026-04-27T13:43:07+00:00Maria Clara de Oliveira Silvamariaclarasilvajh@hotmail.comAna Carolina Mendes Ribeiroj@j.fvAna Clara Cardoso Moraisc@k.fuDébora Oliveira Piresc@k.sxAna Paula Raizaroc@a.fjPamela Borges Nery Pavanc@l.wq<p>A partir de sessenta anos de idade, uma pessoa já é considerada idosa nas diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS). Os números previstos para os próximos anos, demonstram que dois bilhões da população mundial será idosa. É possível prever, no Brasil, a distribuição etária e o tamanho da população nas próximas quatro décadas. De acordo com projeções das Nações Unidas, a população idosa aumentará de 3,1% em 1970 para 19% em 2050. A mudança na distribuição etária da população brasileira traz oportunidades e desafios que podem levar a sérios problemas sociais e econômicos se não forem equacionados adequadamente nas décadas vindouras (NASRI, 2008, p. S4).</p>2026-04-27T13:42:03+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1357Os benefícios maternos do exercício físico durante a gestação: revisão de literatura2026-04-27T14:38:05+00:00Cora de Freitas Pupincorapupin13@gmail.comAna Carolina Galhardoc@m.rfClara Ipólito Sassoc@k.saGláucia Costa Deganid@nm.rfPatrícia Bodnar Giuntinic@l.gb<p>A prática regular de exercício físico durante a gestação tem sido amplamente estudada por seus efeitos positivos na saúde materna. Com a crescente valorização de cuidados integrativos no pré-natal, o exercício tem se consolidado como uma intervenção segura e eficaz, capaz de contribuir para o bem-estar físico e emocional da gestante. Entre os principais objetivos da atividade física nesse período estão a prevenção de doenças gestacionais, a melhora da aptidão cardiorrespiratória e muscular, além da promoção da saúde mental.</p>2026-04-27T14:37:15+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1358Avaliação hepática post-mortem do pons hepatis 2026-04-27T14:44:39+00:00Lívia Cestari Dandarolivia.dandaro@baraodemaua.brMaria Luiza Luchetta Paisc@m.gbLaura Sandoval Lacerdak@l.fgEdson Donizetti Verric@l.rfMaria Helena Simõesc@k.rf<p>A organogênese hepática é modulada por interações epiteliomesenquimais, nas quais o endoderma do intestino anterior e o mesênquima ventral estabelecem induções recíprocas que culminam na formação do parênquima hepático e na vascularização estromal do órgão. A partir da terceira semana de gestação, o divertículo hepático emerge do endoderma, proliferando e migrando para o mesênquima circundante; até a sexta semana, o fígado já exerce função hematopoiética fetal, antes de ceder esse papel à medula óssea (Sandler, 2019). Com a transição para o período perinatal, a obliteração das artérias umbilicais, do canal arterial e do ducto venoso reconfigura a anatomia vascular, convertendo a veia umbilical e o ducto venoso em ligamento redondo hepático e ligamento venoso, respectivamente (Moore et al., 2016).</p>2026-04-27T14:43:51+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1359Violência contra idosos na região sudeste: uma avaliação comparativa da evolução temporal do número de casos notificados no SINAN, por grau de proximidade do agressor, no período 2013-20232026-04-27T17:38:02+00:00Sabrina Scandolarasabrinascandolara5@gmail.comCaroline Anice Scandolarac@k.fgFlavia Luvizoto de Fariaj@g.xcMaiara Guedes Ribeirok@l.drTalyta Fariaj@l.rtLucila Costa Zini Angelottij@k.sd<p>O Brasil vem passando por um processo de transição demográfica decorrente do aumento da expectativa de vida, em que se observa o aumento da população idosa (pessoas com 60 anos ou mais) que, de acordo com dados do Censo 2022, chegou a 32,1 milhões de pessoas, correspondentes a 15,8% do contingente populacional (Brasil, 2024).</p>2026-04-27T17:36:58+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1360Eixo intestino-coração: alterações da microbiota em pacientes com insuficiência cardíaca crônica2026-04-27T17:45:13+00:00Amanda Bianchi Gancedoamandagancedo2002@hotmail.comAnne Lobato Nunesk@l.fvLuíse Gimenes Navarroc@l.qaMaria Fernanda Cassola Lopesk@n.rtMariana Yanosteac Rodrigues Marioo@o.rpFabio Luis Silvac@p.fq<p>A insuficiência cardíaca crônica (ICC) é uma síndrome clínica complexa que afeta milhões de indivíduos no mundo e está associada à alta morbimortalidade. Evidências crescentes indicam que a disbiose intestinal, caracterizada por desequilíbrios na composição e função da microbiota, desempenha papel importante na fisiopatologia da ICC. Esses pacientes frequentemente apresentam disbiose, caracterizada pela redução de bactérias benéficas, como <em>Eubacterium rectale </em>e<em> Dorea longicatena, </em>e aumento de patógenos, como <em>Campylobacter spp.,</em> o que prejudica a produção de ácidos graxos de cadeia curta, especialmente o butirato, essencial para a integridade da barreira intestinal. Essa disfunção favorece a translocação bacteriana, liberação de endotoxinas e inflamação sistêmica, fatores que agravam a progressão da doença. Além disso, metabólitos produzidos pela microbiota, como o N-óxido de trimetilamina (TMAO), estão associados ao aumento do risco cardiovascular. Assim, a modulação da microbiota intestinal por meio de intervenções dietéticas ou uso de probióticos/prebióticos surge como uma estratégia promissora para melhorar o prognóstico dos pacientes com ICC, destacando a importância do eixo intestino-coração na abordagem dessa doença. </p>2026-04-27T17:44:25+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1361Obesidade infantil na atenção primária: estratégias integradas e tecnologias de suporte2026-04-27T17:50:27+00:00Maria Eduarda Mastrangemariamastrange20@gmail.comAna Clara Moro Galãoc@j.dbJúlia Tamburus Fargnollic@k.lqLaura Maria Bolleli Hernandezk@n.kaRafaela Araújo Kutlakh@a.rhPamela B. Nery Pavanc@a.lo<p>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (2021), "obesidade é definida como o acúmulo anormal ou excessivo de gordura corporal que pode prejudicar a saúde" e tem atingido níveis epidêmicos no Brasil, com dados do IBGE e do SISVAN apontando aumento significativo de casos em crianças de cinco a dez anos. Essa condição, de natureza multifatorial, eleva o risco de doenças crônicas e impacta o bem-estar social e emocional das crianças.</p>2026-04-27T17:49:47+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1362Técnicas minimamente invasivas no tratamento de nódulos tireoidianos benignos: uma revisão de literatura2026-04-27T17:56:22+00:00Bianca Tafuri D'Anunciobiancadanuncio14@hotmail.comGabrielle Gonçalves Diasc@k.qrLarissa Cocicov Gyotokuc@k.hy<p>Nódulos tireoidianos benignos são mais prevalentes em mulheres adultas e podem causar desconforto físico e impacto estético. O tratamento convencional mais usado de retirada da glândula (tireoidectomia), parcial ou total, está associado a lesão no nervo laríngeo recorrente, cicatriz na região cervical, hipotireoidismo e hipoparatireoidismo (JASIM, S 2022; PAPINI, E 2023).</p>2026-04-27T17:55:34+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1363Fragmentação de implanon em paciente assintomática: relato de caso 2026-04-27T18:03:43+00:00Maria Beatriz Pavaneli Puginbeatriz.pavaneli@gmail.comAna Júlia Botacinic@j.fbGabriella Rodrigues Pizolc@m.lpLarissa Pardo de Lima Fructuosoc@h.flMatheus Guimarães Matosc@k.sw<p>Os métodos anticontraceptivos são classificados em reversíveis de curta duração como pílula anticoncepcional, anel vaginal e adesivo cutâneo. E reversíveis de longa duração (LARCs), que são compostos pelo injetável de medroxiprogesterona, dispositivo intrauterino de cobre ou levonorgestrel e o implante subdérmico de etonogestrel. Além dos definitivos, que englobam vasectomia e laqueadura. A utilização dos LARCs alcançou grande visibilidade em relação aos demais métodos de curta ação, devido a sua eficácia superior com taxa de gravidez menor que 1% ao ano (Cardoso et al., 2019).</p>2026-04-27T18:02:52+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educaçãohttps://dialogus.baraodemaua.br/index.php/cse/article/view/1364Comunicação em oncologia: desafios e estratégias para a promoção de autonomia no contexto pediátrico2026-04-27T18:08:21+00:00Leticia Miarellileticiamiarelli@gmail.comIsadora Destito BirolimC@k.gyLorena Miarellic@k.qwSabrina Scandolaraj@h.reJanaína de Fátima Vidottia@k.gb<p>A comunicação é um processo ativo que envolve interação dialógica entre, no mínimo, duas pessoas. Acontece abrangendo elementos como o emissor, responsável pela transmissão da mensagem, o receptor, que capta a informação, a mensagem em si, que corresponde ao conteúdo transmitido, o canal, ou seja, o meio utilizado para a comunicação e o contexto, referente às circunstâncias envolvidas. Para que seja efetiva, é necessário atentar-se a fatores que influenciam o processo comunicativo, como nível de conhecimento, cultura, idade e enfermidades (Zanon <em>et al.</em>, 2020).</p>2026-04-27T18:07:36+00:00Copyright (c) 2026 Revista Interdisciplinar de Saúde e Educação